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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Espanha precisa de enfermeiros

Para os interessados, profissionais de enfermagem, o grupo Hospiten está a proceder ao recrutamento de enfermeiros para as suas unidades hospitalares de Tenerife e Lanzarote (Canárias).
Atentem!... Oferecem entre 19 mil e 21 mil euros brutos mensais, além do subsídio de férias, horas extraordinárias e outros suplementos. Os contratos serão sem termo e os profissionais, que devem ser, obviamente, licenciados em Enfermagem, devem ainda estar registados na Ordem dos Enfermeiros e falar castelhano. Irão ainda receber formação inicial.
Os interessados deverão enviar carta de motivação e curriculum vitae em castelhano para eures@iefp.pt.

Além desta proposta, a Orden Hospitalaria de San Juan de Dios também está a recrutar para Saragoça, Madrid e Palma de Maiorca. Ofereçe entre 21 mil e 24 mil euros brutos. Carta de motivação e curriculum vitae devem ser enviados para Patrícia Simões.
Para quando propostas desta natureza para Técnicos de Saúde Ambiental?

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Fonte: suplemento "Primeiro Emprego" do Jornal "Correio da Manhã", edição de 30 de Maio de 2008.
Nota: ilustração recolhida no Blog de FernandoPH.

2 comentários:

cristina santos disse...

Estou a acabar a licenciatura em Leiria, já sou enfermeira Há v+arios anos, e só tenho pena de não falar castelhano, senão ia ontem!Pois estou sem emprego neste momento!

Manteigas disse...

Olá Cristina.
Pois... esse é um problema que assola cada vez mais os profissionais de saúde de uma forma geral e os de enfermagem e de diagnóstico e terapêutica em particular.
Não sendo enfermeiro e, consequentemente, desconhecendo em pormenor os vossos problemas, parece-me que muita coisa se resolveria se se acabasse com o duplo emprego. Sempre conheci enfermeiros que além de trabalharem numa determinada unidade de saúde do SNS ainda asseguravam mais umas horas aqui ou acolá. Às vezes acumulando em unidades do próprio SNS.
Este é um problema que assola algumas das áreas profissionais da carreira técnica de diagnóstico e terapêutica. Um caso pragmático é, por exemplo, o dos técnicos de radiologia, que acumulam, regra geral, em unidades privadas de radio-diagnóstico. Este foi apenas um exemplo.
Além disso, ainda falta saber se quem acumula funções (público/público ou público/privado) tem autorização para o fazer.

Em relação à enfermagem há ainda outra coisa estranha. Refiro-me ao facto da demanda de enfermeiros espanhóis para Portugal. Tens explicação para isto?