Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.
Para que se saiba mais sobre Saúde Ambiental, Saúde Pública, Segurança Alimentar, Segurança e Higiene do Trabalho, Educação Ambiental. Para que se saiba mais sobre nós, Técnicos de Saúde Ambiental.
Todas as opiniões aqui expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

"Homem-Lixo" na campanha ambiental "não deixe o lixo andar por aí"

Hoje, dia 27 de Janeiro de 2009, a Câmara Municipal de Oeiras irá dar início à campanha ambiental "Não deixe o lixo andar por aí". Esta iniciativa pretende elucidar os munípices sobre aquelas que são as práticas correctas de deposição de resíduos, incentivando-os, a eles e àqueles que têm no concelho de Oeiras o seu local de trabalho, a contribuir para "uma cidade mais verde".
Entre as 11:00 horas e as 12:30, um "Homem-Lixo" será a figura central da comitiva que vai estar nas ruas a entregar informação ambiental aos transeuntes.
A campanha, que terá lugar em todas as freguesias do concelho, vai levar esta acção à freguesia de Algés. O ponto de encontro será na Rua Major Afonso Palla, seguindo depois pela Rua Damião de Góis, Mercado Municipal, Avenida dos Combatentes, Avenida da República e Miraflores (em frente ao centro comercial Dolce Vita).
Se alguém vir por aí o "Homem-Lixo" e nos quiser enviar uma fotografia para que aqui a possamos publicar e mostrar ao mundo esta "nova" espécie, ficaremos agradecidos.
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Nota: informação recolhida no Diário Digital.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Afonso Tiago desaparecido!

Confesso-vos que aquelas mensagens de correio electrónico que frequentemente circulam pela internet, dando conta de desaparecimentos, pedidos de sangue e afins, me chateiam. Regra geral, são de origem desconhecida, reportando-se como spam ou casos fictícios, alguns já com anos de circulação. Este caso é, contudo, diferente.
Durante este fim-de-semana recebi duas mensagens de correio electrónico, de duas origens distintas, de pessoas nas quais acredito, que deduzo não se conhecerem, mas que eu sei terem coisas em comum. Ambos, no email que me enviaram, afiançavam conhecer o Afonso Tiago, ou alguém que o conhecia e que corroborava a história.
O Afonso Tiago, um jovem investigador português que trabalha em Berlim, foi visto pela última vez naquela cidade alemã às 04h00 de dia 10/01/2009. Dirigia-se para casa...
O Afonso Tiago desapareceu!
Se têm alguma informação, por favor contactem a Linda Barreiro, Linda Aghdal, a Polícia Alemã (email) ou qualquer outra entidade que possa encaminhar adequadamente a informação de que dispõe.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Estamos Irrequietos!...

Hoje, tal como sempre, estamos Irrequietos!
Têm sido várias as mensagens de correio electrónico recebidas ao longo dos últimos dias apelando à nossa participação na iniciativa "Um Pixel pela Unicef", uma iniciativa de solidariedade social dos CTT que irá permitir a reabilitação de escolas em Moçambique.
Para participar, escolham um pixel, escrevam uma pequena frase e vejam o vosso pixel ganhar cor. Depois os CTT transformam os pixéis num donativo para a Unicef destinado à reabilitação de escolas em Moçambique.
Nós já "pixelámos"!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Gripenet e Gastronet

Hoje, dia 19 de Novembro, recebemos, por correio electrónico, a mensagem que a seguir transcrevemos, referente ao projecto Gripenet e do qual já aqui haviamos falado. Desta vez, há novidades, sendo de realçar um outro projecto que lhe está associado, o Gastronet.
«Chegou Novembro e com ele o tempo de constipações e gripes. É a altura do regresso do Gripenet. Pela quarta edição, iremos monitorizar a epidemia sazonal de gripe em Portugal.

Dirigimo-nos a si como anterior participante do projecto. Nesse ano, a sua colaboração foi essencial e contribuiu para validar este método de vigilância. Desde então, introduzimos novos temas de interesse e formas de tornar a participação ainda mais simples e rápida. Sabemos que o seu tempo é precioso. Voltamos a pedir-lhe alguns minutos por semana, até Abril.

Assim, lançamos o convite para o seu regresso a este projecto de cidadania.

Agora, a obtenção da senha é directa e escolhida por si e não necessita de confirmação através de e-mail. Basta clicar em "Inscreva-se", em http://www.gripenet.pt/, e preencher os campos de registo.

Da primeira vez que entrar na sua área de utilizador, encontrará o Questionário de Adesão - tem algumas pequenas alterações em relação ao que já conhece. Preenchido este questionário, passará a receber, semanalmente, a Newsletter do Gripenet, onde se encontra o link directo para os questionários de sintomas.

Gastronet
Novidades este ano? Algumas. Talvez a mais importante seja a possibilidade de participar numa nova monitorização: a de infecções gastro-intestionais. Chamámos-lhe "Gastronet". A metodologia é semelhante à da monitorização da gripe. Isto é, queremos saber se manifestou sintomas gastro-intestinais (diarreia, vómitos, etc). Assim, quando actualizar o Questionário de Adesão para a monitorização da gripe, ser-lhe-á perguntado se também quer participar na monitorização de doenças gastro-intestinais. Se concordar, quando preencher o seu Questionário de Sintomas, e se manifestar sintomas específicos destas infecções, será registado o seu caso e além de um “Gripómetro” terá também um “Gastrómetro.
A sua participação na monitorização da gripe está, à partida, activada. E não se esqueça que pode incluir o registo de sintomas dos seus filhos, utilizando a funcionalidade “Agregado Familiar”.

Cidadão individual, universidades e PT
Outra das novidades é que, este ano, além de todos aqueles que participam de forma autónoma (mais de 80%), teremos também os colaboradores da Portugal Telecom (PT) como parceiros empenhados neste projecto de responsabilidade social. Assim, a PT vem juntar-se às participações especiais das universidades do Porto ou de Évora.

Estamos abertos à participação de outras organizações que queiram contribuir para traçar um retrato ainda mais robusto da gripe em Portugal, eventualmente no âmbito dos seus planos de contigência para a pandemia.

Newsletter às quintas, com link directo
A próxima Newsletter da quarta edição do Gripenet será enviada no dia 20 de Novembro. Todos os participantes Gripenet receberão semanalmente este boletim informativo no seu e-mail. No topo, estará o link directo para a sua área de utilizador (para não ter que se preocupar em recordar o nome de utilizador e a senha). Depois, é só preencher o Questionário de Sintomas. E não se esqueça: mesmo que não tenha sintomas, deverá preencher o questionário – nesse caso, demora escassos segundos.

Um Inverno sem Influenza

Desafio-vos a participarem também. Desejo-vos, para já, um muito bom Inverno, com muito poucas gripes e muito poucas infecções gastrointestinais.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Filmes com Energia: Luzes, Câmaras, Telemóveis em Acção!

O sítio ABCDaEnergia está a promover um concurso de vídeos com o objectivo de lançar um desafio à comunidade da Língua Portuguesa a fazer um pequeno filme (duração máxima de 19,05 minutos) cujo tema seja a Energia.
Porque o Mundo e o planeta Terra precisam que cada um de nós, individualmente, faça a sua parte, cria um filme e apoia a causa da Energia.
Vamos fazer parte da "geração verde"! Vamos-nos juntar ao movimento da poupança de energia! Vamos contribuir para a alteração de comportamentos e atitudes!

Esta é uma ideia interessante. O prazo para entrega dos filmes a concurso é 22 de Abril de 2009 (dia da Terra). Vamos participar!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Segurança infantil: piscinas

Indescritível. Simplesmente indescritível.
Confesso que ao longo da visualização do vídeo tive alguns arrepios, ou não fosse eu pai de dois petizes. Infelizmente as situações de afogamento de crianças em piscinas são recorrentes e este ano, com especial incidência na época de Verão, não foi excepção.
Convido-vos a clicar na imagem e a visitar o site Infant Swimming Resource - South Mountain, LLC, para que tomem conhecimento de uma técnica que não minimiza a ocorrência do acidente, mas claramente diminui as suas consequências, não raras vezes, a morte.

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Nota: recebido de Paulo Graça, por mensagem de correio electrónico. Obrigado Paulo!

Blog Action Day 2008 no Saúde Ambiental...

Este é o segundo ano que aderimos ao Blog Action Day.

Depois de em 2007 aqui termos feitos alusão a esta iniciativa, este ano voltámos a aderir para vos darmos conta daquelas que são as nossas preocupações e opiniões relativas ao tema definido para 2008, a pobreza, naquilo que diz respeito aos assuntos que aqui vamos abordando, a saúde ambiental.

Confesso que inicialmente cheguei a ter alguma dificuldade em relacionar os assuntos mas, após breves momentos, a relação acabou por me parecer óbvia.

Falemos então da pobreza de espírito que desde há uns anos a esta parte tem assolado os governantes e demais indivíduos que se mantêm "pendurados" em lugares de destaque, ocupando posições decisoras deste país.

Podiamos claramente fechar os olhos e apontar o dedo, de forma aleatória, que os potenciais alvos seriam muitos e todos eles seriam alvos de eleição para este tema, senão vejamos:

  • A Direcção-Geral da Saúde, e seu director, relativamente à gestão da comunicação associada à implementação da lei do tabaco;
  • A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, e seu director, relativamente ao papel inquisidor que têm assumido perante a opinião pública naquilo que diz (des)respeito àquela que é a sua missão, visão e valores;
  • O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e respectivo ministro, relativamente à gestão dos processos de adequação dos cursos de Saúde Ambiental (falemos só destes) a Bolonha;
  • O Ministério da Saúde, e respectivo ministro (o anterior, entenda-se), relativamente à contradição consequente naquilo que diz(ia) respeito aos Centros Regionais de Saúde Pública e tudo o que posteriormente veio a assolar o desempenho em Saúde Ambiental, nomeadamente (i) contra-informação acerca da integração dos Técnicos de Saúde Ambiental nas autarquias, (ii) nomeação de personalidades, para a chefia de alguns Departamentos de Saúde Pública, sem o perfil adequado, potenciando atritos e eliminando sinergias já criadas para a efectiva resolução de problemas em saúde, (iii) valorização exacerbada daqueles que em nada prestigiam a Saúde Pública e a Saúde Ambiental (estou a recordar-me de algumas pessoas que podiam perfeitamente ser reformadas compulsivamente)...
E estes são meros exemplos daquilo que podemos referir e desenvolver numa mensagem deste tipo. Lembram-se de mais alguns? Haverá com certeza, ou não fosse a pobreza, material ou não, potenciadora de doença. E a iliteracia em saúde?... Não será também ela, pobreza?

Aproveitem o espaço de comentários deste post para assumirem, também vocês, um papel relevante neste Blog Action Day.


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Movimento Pijaminha

Recebido por correio electrónico e passível, com certeza, de ser divulgado...

«Quem sabe, pode ser que se encontre algum!
São necessários (principalmente) pijamas para as crianças que estão no IPO [Instituto Português de Oncologia de Lisboa, Francisco Gentil, EPE] a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente.
Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é apelidada de "Movimento Pijaminha" pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos!

As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos, meias, robes e fatos de treino. Para todos a vida não está fácil, mas dentro das possibilidades de cada um há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam.

No ano passado foram entregues 76 pijamas e o IPO ficou muito satisfeito com esta dádiva.

Este ano vamos repetir a façanha, e se possível ultrapassar este número. Se divulgarem já estão a ajudar!!!»

Sugiro uma visita ao blogue Movimento Pijaminha. Irá ser disponibilizada brevemente, no site oficial do movimento, mais informação.

sábado, 26 de julho de 2008

Agenda Ambiental na Administração Pública

Lá fora, em português, pensam assim.
Por cá, na administração pública... num serviço de saúde pública que conhecemos e por cada ofício que é expedido, imprimem-se três exemplares. Em muitos outros, chegado o fim do dia, o computador é desligado sem que, contudo, nos lembremos de fazer o mesmo com o monitor. Os equipamentos de climatização estão, não raras vezes, a funcionar 24 horas por dia. E isto são apenas alguns exemplos que se conhecem.
Naquilo que nos compete, há que fazer alguma coisa.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Reciclagem de óleos alimentares usados

Foi por correio electrónico que acabei por ter conhecimento de iniciativa de reciclagem de óleos alimentares usados, promovida pela AMI (Assistência Médica Internacional) e que, obviamente, não poderia deixar de aqui a divulgar. A informação que a seguir vos disponibilizo foi transcrita da mensagem de correio electrónico que promove a divulgação desta iniciativa, assim como do sítio na internet da própria AMI.

«O óleo alimentar que não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Por isso é importante que pense bem antes de o deitar fora. Até hoje, o principal destino dos óleos usados em Portugal tem sido o despejo na rede de esgotos e este é um dos maiores erros que pode cometer.

Porquê?
Porque, quando lançados nas redes de drenagem de águas residuais, os óleos poluem e obstruem os filtros existentes nas ETAR’s, tornando-se assim um grande obstáculo ao seu bom funcionamento.

Simples gestos fazem a diferença.
Ao aderir ao projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados não só evita a poluição a água como está a transformar o óleo em Biodiesel, uma fonte renovável de energia ue diminui as emissões de CO2. Além disso, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social em Portugal.
Os restaurantes ou entidades que pretendam participar deverão utilizar o número de telefone 800 299 300 (chamada gratuita).»

Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.

Para participar neste projecto da AMI:
  • Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível em http://www.ami.org.pt/;
  • Afixe cartazes no comércio da sua localidade e distribua folhetos nas caixas de correio. Solicite materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;
  • Divulgue esta informação no seu site ou blog;
  • Encaminhe este e-mail para a sua lista de contactos.

PRESS RELEASE
Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.

A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site http://www.ami.org.pt/.

Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do
total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

Para saberem quais as entidades aderentes onde podem entregar o vosso óleo usado cliquem aqui.
Se na vossa zona de trabalho ou residência ainda não houver aderentes... incomodem!

terça-feira, 1 de julho de 2008

All at Once Community no concerto de Jack Johnson

Fantástico!
Só me resta dizer… FANTÁSTICO!...
Assim foi o concerto de Jack Johnson no passado dia 26 de Junho, em Lisboa.
O espectáculo, propriamente dito, começou com Mason Jennings e G. Love & Special Sauce, que tiveram a seu cargo a primeira parte do concerto.
Jack Johnson entrou em palco já perto das 22 horas com o tema Hope do álbum Sleep Through The Static.

aqui tinha feito referência às suas preocupações ambientais e isso voltou a ser notório no concerto. Além das mensagens que sistematicamente iam passando nos ecrãs colocados no palco e que momentos antes do início do concerto mostraram algumas actividades desenvolvidas pela Liga para Protecção da Natureza (LPN), Associação Nacional de conservação da Natureza (Quercus) e Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), havia também, na plateia do Pavilhão Atlântico a tenda “Village Green” da All at Once Community onde, através do passaporte, se evidenciavam os actos desenvolvidos por cada um, tendentes à preservação do meio ambiente.

All at Once Community
Uma acção individual, multiplicada por milhões, gera mudança global.
Torna-te participativo na tua comunidade.
As acções simples produzem um impacto enorme.
Usa a tua voz para ajudar a construir uma política sustentável.
Escolhe o ambiente sempre que gastares dinheiro.

Como nota final, deixo uma mensagem ao meu colega e amigo Jörg do Glatteis. – Companheiro, o abraço enviado por SMS foi entregue.

A doença de Batten e as acessibilidades, algures em Braga

Foi por mensagem de correio electrónico, oriunda de um serviço de Saúde Pública (não necessariamente de um Técnico de Saúde Ambiental), algures no distrito de Braga, que recebi um texto do qual vos apresento um excerto, respeitante aos problemas de acessibilidade que o João enfrenta, ele que sofre da doença de Batten.

«Decidi colocar no YouTube um vídeo demonstrativo de um problema com que me deparo há já alguns anos no meu prédio, a ausência de uma rampa de acessibilidade.

Contactei as instituições competentes (Secretariado de Reabilitação, Primeiro-Ministro, Presidente da República, etc.), inclusivamente os meios de comunicação social que o divulgaram, porém, o problema mantém-se, mesmo após a Câmara Municipal de Braga ter notificado o condomínio do prédio, em 2005, para que num prazo de 10 dias construíssem a rampa exigida por lei.

Saturada de promessas atrás de promessas, constantemente "sem vislumbrar uma luz no fundo do túnel" e cansada de ouvir respostas como: "A rampa vai ser um mamarracho" e "Aqui a lei não entra", resolvi tornar público este problema, para mostrar como a observância da lei não é para todos e, como, por exemplo, razões puramente estéticas (apontadas pelas pessoas que se colocam contra a construção da rampa) podem afectar a vida das pessoas, independentemente da injustiça e da falta de bom senso que isso possa representar.

Este é o vídeo onde poderá ver o prédio e o que significa quando o meu filho João, portador da doença de Batten, necessita de se deslocar à clínica (no prédio ao lado) para uma consulta ou exame.
Grata pela atenção»
Assinou a mãe do João.

A mensagem era igualmente acompanhada por uma hiperligação para um outro vídeo, este sobre a doença de Batten, e que aqui vos deixo.

Por fim, enquanto cidadãos, apelo-vos que divulguem esta "história" e, enquanto Técnicos de Saúde (sejam Técnicos de Saúde Ambiental, Médicos de Saúde Pública, Engenheiros Sanitaristas, etc.), sugiro-vos a leitura (mais uma vez) do Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de Agosto, que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios habitacionais, revogando o Decreto-Lei n.º 123/97, de 22 de Maio.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Jack Johnson e as preocupações ambientais

É hoje que irei usufruir da minha prendinha do Dia de São Valentim!... Jack Johnson ao vivo no Pavilhão Atlântico. Daqui a duas horas lá estarei.

Entretanto, sabiam que por apenas mais 0,50€ por bilhete poderiam compensar as emissões de carbono emitidas pelo vosso carro na viagem para o concerto do Jack Johnson e reduzir a vossa pegada ambiental?

O valor das doações será utilizado para comprar fogões e fornos solares destinados a comunidades africanas (cada fogão ou forno poupa cerca de 3,4 toneladas de dióxido de carbono por ano, reduzindo a necessidade de queimar madeira e lixo) e evitar a desflorestação, permitindo assim a protecção de grandes áreas verdes.

Sobre a estratégia de Jack Johnson para a compensação de carbono:
A tournée de Jack Johnson compensará as emissões de CO2 através da contribuição de 65% do valor angariado para o apoio a projectos de energias renováveis (energia eólica e solar), sendo os restantes 35% aplicados em programas de prevenção à desflorestação.

Mais informações sobre os parceiros da campanha de compensação de CO2:
CO2Balance

Para mais informações visitem All at Once Community.
Deslumbrem-se!

terça-feira, 27 de maio de 2008

O Pálido Ponto Azul

Foi esta noite, agora, há pouco mais de cinco minutos que recebi uma mensagem de correio electrónico da colega, Técnica de Saúde Ambiental, Paula Rodrigues.
"Uma perspectiva bem diferente" era o assunto da mensagem. Nela, uma hiperligação para um vídeo do YouTube fazia antever mais do mesmo. Piada!... Risota!... À laia de "apanhados".
Ainda assim fui ver.
Nem de propósito... "O Pálido Ponto Azul" a que Al Gore havia feito referência no "An Inconvenient Truth" passava diante dos meus olhos, ao som de Carl Sagan.
Contemplem e meditem...

«Look again at that dot. That's here. That's home. That's us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every "superstar," every "supreme leader," every saint and sinner in the history of our species lived there - on a mote of dust suspended in a sunbeam.»

sábado, 24 de maio de 2008

Está pronto para mudar a sua vida? A crise climática pode ser resolvida.

Eu já terei visto vezes sem conta "Uma Verdade Inconveniente".
Já o vi sozinho, acompanhado, no cinema, em sala de aula.
Da última vez que o vi, uma aluna de Saúde Ambiental, antes de sair da sala, disse baixinho: pronto, já estou deprimida!
Este sentimento é característico de quem se sente impotente. Incapaz de fazer a diferença.
A questão que entretanto se coloca é a de saber se você Está pronto para mudar a sua vida?
É que, em função dessa mudança A crise climática pode ser resolvida.
O texto que vos apresento de seguida surge no fim do filme, durante os créditos finais. Surge naquela fase em que já ninguém olha para a tela de projecção e está ansioso por esticar as pernas, perdendo, muitas vezes, informação importantíssima. A mim já me aconteceu.
Está pronto para mudar a sua vida?
A crise climática pode ser resolvida.
Aqui diz como começar.

De facto, você pode reduzir as suas emissões de carbono a zero.
Compre aparelhos e lâmpadas eficientes.
Mude o seu termostato (use termostatos temporizados) para reduzir os gastos energéticos na climatização.
Climatize a sua casa aumentando a insolação. Controle o consumo de energia.

Recicle.

Se puder, compre um carro híbrido [aqui e aqui].
Quando puder, caminhe ou ande de bicicleta.
Onde puder, use transportes públicos.

Diga aos seus pais para não arruinarem o Mundo em que vive. Se é pai, junte-se aos seus filhos... para salvar o Mundo em que irão viver.
Mude para fontes de energia renováveis. Veja se a empresa que lhe fornece energia dispõe de energia verde. Se lhe disserem que não, pergunte: porquê?

Vote em políticos que prometem resolver esta crise.
Escreva ao Parlamento. Se não o ouvirem, candidate-se.
Plante árvores, muitas árvores.

Fale acerca desta questão na sua comunidade.
Telefone para programas de rádio e escreva a jornais.
Insista para que os Estados Unidos da América [e demais países, incluindo a Austrália] congelem as emissões de CO2...
... e junte-se aos esforços globais para parar o aquecimento do Planeta.
Reduza a nossa dependência do petróleo.

Ajude os agricultores a produzirem combustíveis à base de etanol [combustível à base de biomassa].
Eleve os seus padrões de economia de combustível. Exija menores emissões nos veículos automóveis.

Se acredita no poder da oração, reze para que as pessoas encontrem a força necessária para mudar.
Nas palavras de um antigo provérbio africano,
Quando você reza,
Os seus pés mexem-se.

Encoraje os outros a ver o filme "Uma Verdade Inconveniente"
Aprenda tudo o que puder sobre a crise climática e ponha o seu conhecimento em acção.

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Nota: adaptação e tradução livre.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Bloggers de todo o mundo expressam-se pelos Direitos Humanos

Bloggers Unite
Hoje, dia 15 de Maio de 2008, os bloggers de todo o mundo expressam-se pelos Direitos Humanos e nós não somos excepção.
Para este tema, e a título de exemplo, no relatório sobre o RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS EM PORTUGAL - 2007*, no espaço dedicado aos direitos dos trabalhadores pode ler-se que "o salário mínimo nacional, que abrange todos os trabalhadores a tempo inteiro a partir dos 18 anos, incluindo trabalhadores rurais e empregadas domésticas, foi de € 403 (aproximadamente $USD 588), o que não proporciona um padrão de vida minimamente condigno para um trabalhador e seu agregado familiar. No entanto, os controlos mais ou menos apertados no que respeita aos valores das rendas de casa, juntamente com subsídios de alimentação e subsídios de serviços públicos, contribuíram para aumentar o padrão de vida. A maioria dos trabalhadores recebeu salários mais elevados, estimando o Ministério do Trabalho que o salário médio mensal rondasse os € 817.80 (aproximadamente $USD 1.190), funcionários públicos excluídos."

Carta Internacional dos Direitos Humanos
Declaração Universal dos Direitos do Homem
Adoptada e proclamada pela Assembleia Geral na sua Resolução 217A (III) de 10 de Dezembro de 1948.
Publicada no Diário da República, I Série A, n.º 57/78, de 9 de Março de 1978, mediante aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Preâmbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;
Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;
Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:

A Assembleia Geral
Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.

Artigo 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Artigo 2.º
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Artigo 3.º
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo 4.º
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.
Artigo 5.º
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
Artigo 6.º
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.
Artigo 7.º
Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo 8.º
Toda a pessoa tem direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.
Artigo 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo 10.º
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.
Artigo 11.º
1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.

Artigo 12.º
Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.
Artigo 13.º
1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.
Artigo 14.º
1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.
Artigo 15.º
1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo 16.º
1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado.

Artigo 17.º
1. Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade.
2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.
Artigo 18.º
Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.
Artigo 19.º
Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.
Artigo 20.º
1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
Artigo 21.º
1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.
3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos; e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.

Artigo 22.º
Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.
Artigo 23.º
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para a defesa dos seus interesses.

Artigo 24.º
Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas.
Artigo 25.º
1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.

Artigo 26.º
1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

Artigo 27.º
1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
2. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.

Artigo 28.º
Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração.
Artigo 29.º
1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
2. No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 30.º
Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.

APRENDAM MAIS SOBRE OS DIREITOS HUMANOS
Há muitas organizações que promovem os Direitos Humanos e que trabalham afincadamente para proteger as pessoas, nomeadamente, e a título de exemplo:

  • Amnistia Internacional é um movimento mundial de pessoas que fazem campanha para que os direitos humanos reconhecidos internacionalmente sejam uma realidade para todos;
  • Human Right Watch dedica-se, por pessoas em todo o mundo, à protecção dos direitos humanos. Mantêm-se ao lado de activistas e vítimas de uma forma geral, para impedir a discriminação, defender a liberdade política, proteger as pessoas da conduta desumana em tempo de Guerra e, para trazer todos os infractores perante a justice;
  • Youth For Human Rights é uma Organização Não Governamental (ONG) sem fins lucrativos que transmite os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos para que as pessoas advoguem a tolerância e a paz.
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* – Relatório elaborado de acordo com a divulgação efectuada pela Divisão da Democracia, Direitos Humanos e Trabalho do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América (EUA) e divulgação promovida em Portugal pela embaixada dos EUA.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

SOS Ambiente e Território

O serviço SOS AMBIENTE e TERRITÓRIO é um número de telefone (808 200 520) disponível 24 horas por dia, durante todo o ano, através do qual poderão expor situações que possam violar a legislação ambiental e os instrumentos de ordenamento do território.
Se, por exemplo, assistirem a deposição ilegal de entulho, forem vítimas de actividades ruidosas, constatarem uma descarga de esgoto, observarem o corte de árvores ou souberem de alguém que tenha na sua posse espécies protegidas, usem o número azul (gratuito) 808 200 520.
Este é um serviço que está centralizado nos serviços do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da Guarda Nacional Republicana (GNR), que procede à triagem e encaminhamento das denúncias recebidas para as respectivas equipas, efectuando sua fiscalização e investigação em todo o território nacional.
O SEPNA/GNR, quando a gravidade da situação o justifique, poderá contactar os diversos serviços do ambiente, nomeadamente a Inspecção Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT), Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e Instituto da Conservação da Natureza (ICN), para, em articulação com os mesmos, adoptar as medidas necessárias à resolução da situação denunciada.
Esta linha telefónica funciona em paralelo com um serviço na internet "SOS Ambiente e Território online", ao qual se pode ter acesso através de vários sítios na internet, nomeadamente: GNR, IGAOT e ICN.


"FAÇA USO DA SUA CIDADANIA, AJUDE-NOS A PROTEGER O AMBIENTE E O TERRITÓRIO"

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Sistema de Informação Documental sobre o Direito do Ambiente

Irá ter lugar hoje, dia 8 de Fevereiro de 2008, no Auditório da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a apresentação pública da segunda versão do SIDDAMB (SIDDAMB 2).
O SIDDAMB é um sistema integrado de informação documental de legislação (nacional, comunitária, internacional e estrangeira), de jurisprudência e de doutrina em matéria de Ambiente.
Pretende-se com este sistema proporcionar aos operadores do direito e da área do ambiente, bem como aos cidadãos um fácil acesso e em tempo real à informação, apresentada de forma interactiva, em texto integral e com análise jurídica associada, promovendo assim o direito de cidadania nesta matéria.

O SIDDAMB em exploração assenta em tecnologias de informação obsoletas, razão pela qual a APA avançou com a criação de um novo Sistema de Informação adaptado aos mais modernos e actuais mecanismos de informação ao cidadão.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

O Livro Amarelo na NET

Deixo-vos a hiperligação para o Livro Amarelo na NET.

O Livro Amarelo na NET é o portal do cidadão para reclamações em Portugal, que pretende ser uma base de dados de reclamações dos consumidores para os consumidores, sejam particulares ou empresas.
Ali poderão registar as vossas reclamações e pesquisar as reclamações registadas por outros cidadãos.
O Livro Amarelo na NET não pretende ser um mediador de conflitos e não tem como objectivo interceder activamente pelos consumidores.

Ainda assim, parece-me ser um serviço muito interessante, merecedor da respectiva divulgação.

Ali podemos, entre tantas outras, aceder a uma reclamação referente ao Centro de Saúde da Amadora e que tem como título: "Centro de Saúde encerra às 22. Às 21:15 recusam atendimento enviado pela linha Saude24".