Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Europeana

Agora, a pesquisa sobre Saúde está à distância de um clique.

«A biblioteca multimédia online da Europa, a Europeana, está acessível desde hoje e qualquer pessoa poderá aceder a mais de dois milhões de obras dos 27 Estados-membros da União Europeia, de acordo com a Comissão Europeia. A biblioteca conta com livros, mapas, gravações, fotografias, documentos de arquivo e filmes das mais variadas bibliotecas nacionais dos 27 países da União Europeia. A Saúde é um dos temas que pode ser pesquisado. A biblioteca está acessível em todas as línguas.

De acordo com a Comissão Europeia, que lançou esta iniciativa em 2005, este é "apenas o início", pois a ideia é expandir a biblioteca, envolvendo também o sector privado. A comissária europeia para a Sociedade da Informação e os Meios de Comunicação, Viviane Reding, apelou às instituições culturais, editoras e empresas de tecnologia europeias para que alimentem a Europeana com mais conteúdos em formato digital.»
Esta é uma informação que retirámos do portal Hospital do Futuro, via "Recortes de Imprensa" da ESTeSL. Um portal que entretanto descobrimos e que passará, a partir deste momento, a merecer a nossa visita, quase diária.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

II Congresso Nacional de Educação para a Saúde

«A saúde de todos é hoje, claramente considerado em todas as sociedades, um direito fundamental da pessoa humana. A OMS acentuou, no seu relatório anual de 1998, que a qualidade de vida e saúde estão estreitamente relacionados. Nesse sentido, os especialistas consideram que a educação para a saúde (EpS) deve ser orientada para preservação da saúde individual e colectiva.

Esta é também uma das preocupações do Ministério da Educação português, considerando que "educar para a saúde consiste em dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde" (http://sitio.dgidc.min-edu.pt/saude/paginas/default.aspx). Neste âmbito, o Ministério da Educação definiu, claramente, as temáticas prioritárias actuais na vertente de EpS.

Com base nestes princípios e dando continuidade a um trabalho que tem vindo a ser feito nesta área da educação, vai o Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora promover a realização do II Congresso Nacional de Educação para a Saúde, agendado para os dias 19, 20 e 21 de Novembro de 2008, na Universidade de Évora

sábado, 4 de outubro de 2008

Prémio Nacional de Saúde 2008

E a vencedora do Prémio Nacional de Saúde 2008 é... a Senhora Enfermeira Mariana Dulce Diniz de Sousa.


NOTA DE IMPRENSA da Direcção-Geral da Saúde

«A actual Direcção-Geral da Saúde é a herdeira da Direcção-Geral de Saúde e Beneficência Pública, criada a 4 de Outubro de 1899, a qual representou um marco importante na História da Saúde em Portugal, que hoje se continua a construir.

O Prémio Nacional de Saúde, aprovado por Despacho Ministerial, de 21 de Março de 2006, e respectivo Regulamento que dele faz parte integrante, ambos publicados no Diário da República nº 78, II Série, de 20 de Abril de 2006, visa distinguir anualmente, pela relevância e excelência no âmbito das Ciências da Saúde, nos seus aspectos de promoção, prevenção e prestação de cuidados, uma personalidade que tenha contribuído, inequivocamente, para a obtenção de ganhos em saúde ou para o prestígio das organizações no âmbito do Serviço Nacional de Saúde.

A atribuição do Prémio é anunciada, em cada ano, pela Direcção-Geral da Saúde, no dia 4 de Outubro, data da criação da Direcção-Geral da Saúde.

O Júri de Atribuição do Prémio Nacional de Saúde 2008, constituído pelo Senhor Professor Doutor Walter Friederich Alfred Osswald, que presidiu, o Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos, Doutor Pedro Nunes, a Senhora Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Enfermeira Maria Augusta de Sousa, a Senhora Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Doutora Elisabete Mota Faria, reuniu no dia 29 de Setembro de 2008, tendo deliberado atribuir à Senhora Enfermeira Mariana Dulce Diniz de Sousa, pelos contributos inequívocos prestados no decurso do seu desempenho profissional, o Prémio Nacional de Saúde 2008.

A Senhora Enfermeira Diniz de Sousa marcou, pela sua reconhecida competência e qualidade de desempenho, a enfermagem em Portugal, com especial relevância nos seus aspectos de organização, administração, ensino e dignificação profissional dos enfermeiros, que, inequivocamente, contribuíram para a obtenção de ganhos de saúde e prestígio das organizações no âmbito do Serviço Nacional de Saúde.

No contexto das funções que exerceu na Direcção-Geral dos Hospitais, coordenou as actividades que levaram à reforma do ensino de enfermagem, tanto na formação inicial como na formação pós-básica. Teve relevante intervenção na preparação de legislação e regulamentação sobre o ensino de enfermagem e sobre o funcionamento das escolas de enfermagem, de que resultou a autonomia das escolas de enfermagem face aos hospitais.

Coordenou os trabalhos conducentes à criação da Escola de Ensino e Administração de Enfermagem e à aprovação dos planos de estudos do Curso de Ensino e Administração (Pedagogia e Administração).
No Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, assumiu funções de orientação e coordenação do ensino de enfermagem, tendo criado e dirigido o Departamento de Ensino de Enfermagem.

Foi Subdirectora-Geral e Directora-Geral do Departamento de Recursos Humanos da Saúde, sendo de destacar, pela sua relevância e pelos contributos para o prestígio das organizações do Serviço Nacional de Serviço, os estudos para o desenvolvimento de uma política de recursos humanos, que se traduziu, nomeadamente, na reforma das carreiras dos profissionais de saúde, na regulamentação do exercício profissional dos enfermeiros, no estudo, alteração e gestão dos quadros de pessoal dos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde.

Na qualidade de responsável máxima do Departamento de Recursos Humanos da Saúde, contribuiu para o estudo sobre as situações profissionais de especial desgaste ou risco, bem como sobre o regime de incentivos para fixação de enfermeiros e médicos localizados em regiões periféricas.

No decorrer da sua vida profissional, proferiu numerosas conferências e palestras, realizou muitas visitas de estudo e missões oficiais no âmbito da cooperação com países de expressão oficial portuguesa, fez parte de numerosos grupos de trabalho, comissões e conselhos, destacando-se a sua actividade como Bastonária da Ordem dos Enfermeiros de 1999 a 2004.»

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Portal TopSaúde

Foi hoje, durante a tarde, dado a conhecer, no auditório da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, uma iniciativa que se apresenta como "o ponto de encontro de todos os que querem ter um papel de protagonista no inquietante e ao mesmo tempo inovador mundo da Saúde e do Bem-Estar".

O Portal TopSaúde, "orienta os seus conteúdos de acordo com os fluxos de procura, oferta e diferenciação, definidos para os seus públicos-alvo, a saber:

  1. Os médicos e outros profissionais de saúde, através das instituições a que pertencem (associações ou sociedades médicas, escolas de saúde, unidades de saúde) ou que de algum modo já estejam a beneficiar das soluções TopSaúde implementadas tanto no sector privado como no âmbito do SNS.
  2. Os responsáveis da Banca, Seguros, e de organizações com serviços médicos próprios e que de algum modo actuem como drivers ou agentes financiadores.
  3. Os utentes, que transitoriamente podem estar doentes.
  4. A população Universitária (Professores, Alunos e Pessoal Administrativo.)
  5. Os professores dos Ensinos Pré-Básico, Básico e Secundário (a partir do Núcleo de Educação para a Saúde do Ministério da Educação) que no âmbito dos protocolos estabelecidos com a DGS /Ministério da Saúde pretendem ter acesso a conteúdos e ferramentas de trabalho focalizadas na “Educação para a Saúde”.
  6. Os representantes e colaboradores das organizações, com quem a TopSaúde constrói parcerias, com vista à co-produção de conteúdos para o portal.
  7. Os doentes, especialmente os portadores de doenças crónicas que necessitam de apoio regular e diferenciado (com a cooperação activa das Associações de Doentes).
  8. O público em geral - tanto na sua dimensão individual, familiar como profissional - que na procura crescente de aceder a mais e mais informação sobre temas de saúde, acabará por adoptar o Portal TopSaúde."

Este é, garantidamente, um sítio a colocar nos favoritos e de visita obrigatória, quase diária, que conta com muitos parceiros, pessoas colectivas e individuais, que vão enriquecendo o Portal TopSaúde em termos de conteúdos.

sábado, 27 de setembro de 2008

O Inverno Demográfico

«Um dos eventos com maior impacto na história moderna está a desenrolar-se silenciosamente. Os sociólogos e os economistas estão de acordo: estamos a ir na direcção de um inverno demográfico que ameaça ter consequências sociais e económicas catastróficas. Os efeitos serão severos e duradouros e estão já a manifestar-se em grande parte da Europa.

Inverno Demográfico: o declínio da família humana” é um filme espantoso, mostra de forma cristalina como as sociedades com uma reduzida influência da família são vistas agora como estando com sérias ameaças a nível social e económico.

O “Inverno Demográfico” é desenvolvido sobre os testemunhos de peritos de todo o mundo - demógrafos, economistas, sociólogos, psicólogos, líderes civis e religiosos,
parlamentares e diplomatas.

Juntos, revelam os perigos que as sociedades e economias mundiais enfrentam, perigos muitíssimo mais iminentes do que o aquecimento global e, pelo menos, tão graves (...).»

A visitar, O Inverno Demográfico (português) ou Demographic Winter (inglês).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Campanha Nacional de Higiene das Mãos

Irá realizar-se no próximo dia 8 de Outubro, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, a sessão comemorativa da adesão de Portugal à campanha da Organização Mundial da Saúde "clean care is safer care".

Esta sessão, da responsabilidade da Direcção-Geral da Saúde, enquadra-se nos trabalhos já encetados pela DGS e pelas instituições da Saúde aderentes à iniciativa e decorre da estratégia da World Alliance for Patient Safety, da Organização Mundial de Saúde, "clean care is safer care", aceite pelo Ministério da Saúde.

Para que possam participar neste evento, devem enviar a vossa inscrição até ao próximo dia 26 de Setembro, para o número de fax 218430711 ou para os endereços electrónicos fernandan@dgs.pt ou analuisam@dgs.pt.

Programa provisório aqui.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Enfermedades profesionales: nuevos desafíos en su prevención

Deixo-vos a hiperligação para o artigo sobre prevenção de doenças profissionais, Enfermedades profesionales: nuevos desafíos en su prevención, com base na Conferência do VII Congreso Iberoamericano de Medicina del Trabajo e da autoria do Professor Sousa Uva, coordenador do grupo de disciplinas de Saúde Ambiental e Ocupacional, da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.

«Según estimaciones de la Organización Internacional del Trabajo (ILO, 2005) mueren 5.000 trabajadores por día por enfermedades relacionadas con el trabajo. Las enfermedades relacionadas con el trabajo, (UVA y GRAÇA, 2004) engloban situaciones de accidentes de trabajo, enfermedades profesionales, "la enfermedad relacionada con el trabajo" y enfermedades empeoradas por el trabajo. En todas las situaciones patológicas, los factores profesionales contribuyen, de alguna manera, a la etiología o el empeoramiento de las enfermedades (EUROPEAN AGENCY FOR SAFETY AND HEALTH AT WORK, 2004).

A pesar de la perspectiva que toma el trabajo como causa de muerte o sufrimiento, el trabajo ha presentado a lo largo de toda la historia de la Humanidad un papel de trascendente importancia abarcando cerca del 45% de la población (OMS, 1995; UVA y FARIA, 2000). Se trata de un importante número de individuos que trabajan, ocupando, de esta forma, una parte considerable de su vida adulta en actividades profesionales muchas veces poco interesantes y poco gratificantes y no siempre exentas de riesgo para su salud y seguridad (UVA, 1998).

Inicialmente, durante la Revolución Industrial en Europa, los servicios de la medicina del trabajo de empresa se desenvolvían con la finalidad de dar un tratamiento médico a los accidentes o enfermedades profesionales y, a veces, contando con la prestación de cuidados globales de la salud abarcando hasta, en algunos casos, las familias de los trabajadores. (MURRAY, 1987). Es en este contexto donde comienza a desarrollarse algún conocimiento médico, extendido más tarde al área de Higiene y Seguridad, sobre las interdependencias entre la insalubridad de los ambientes de trabajo y determinadas enfermedades profesionales "exclusivas", dada su prevalencia (y a veces exclusividad) en determinados grupos profesionales (FARIA y UVA, 1988).

(...)»

Para ler mais clique aqui.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Relatório de Primavera 2008

Teve lugar, na manhã de hoje, dia 1 de Julho de 2008, pelas 11:00 horas, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia da Saúde em Lisboa, a sessão de apresentação do Relatório de Primavera 2008, do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, que este ano mereceu o nome de "Sistema de Saúde Português: Riscos e Incertezas” e de onde retiro uma passagem para reflexão, que pode ser lida no ponto 5. Os agrupamentos de centros de saúde.

«(...) antevê-se para esta unidade [Unidade de Cuidados na Comunidade] a exigência de respostas globais, integradas, articuladas e de grande complexidade, pelo que se recomenda a maior atenção na sua concepção e implementação,dotando-a do modelo organizacional, de recursos humanos e materiais compatíveis com os novos desafios que se colocam aos cuidados de saúde primários no âmbito da intervenção comunitária e das respostas de proximidade aos cidadãos, que se pretendem cada vez mais perto dos locais onde vivem e trabalham. O mesmo é exigível, também, para a Unidade de Saúde Pública (USP) pelo seu desígnio fundamental ao nível do planeamento em saúde para a área geodemografica.»

Para os eventuais interessados pela leitura dos relatórios anteriores, cliquem aqui.

A doença de Batten e as acessibilidades, algures em Braga

Foi por mensagem de correio electrónico, oriunda de um serviço de Saúde Pública (não necessariamente de um Técnico de Saúde Ambiental), algures no distrito de Braga, que recebi um texto do qual vos apresento um excerto, respeitante aos problemas de acessibilidade que o João enfrenta, ele que sofre da doença de Batten.

«Decidi colocar no YouTube um vídeo demonstrativo de um problema com que me deparo há já alguns anos no meu prédio, a ausência de uma rampa de acessibilidade.

Contactei as instituições competentes (Secretariado de Reabilitação, Primeiro-Ministro, Presidente da República, etc.), inclusivamente os meios de comunicação social que o divulgaram, porém, o problema mantém-se, mesmo após a Câmara Municipal de Braga ter notificado o condomínio do prédio, em 2005, para que num prazo de 10 dias construíssem a rampa exigida por lei.

Saturada de promessas atrás de promessas, constantemente "sem vislumbrar uma luz no fundo do túnel" e cansada de ouvir respostas como: "A rampa vai ser um mamarracho" e "Aqui a lei não entra", resolvi tornar público este problema, para mostrar como a observância da lei não é para todos e, como, por exemplo, razões puramente estéticas (apontadas pelas pessoas que se colocam contra a construção da rampa) podem afectar a vida das pessoas, independentemente da injustiça e da falta de bom senso que isso possa representar.

Este é o vídeo onde poderá ver o prédio e o que significa quando o meu filho João, portador da doença de Batten, necessita de se deslocar à clínica (no prédio ao lado) para uma consulta ou exame.
Grata pela atenção»
Assinou a mãe do João.

A mensagem era igualmente acompanhada por uma hiperligação para um outro vídeo, este sobre a doença de Batten, e que aqui vos deixo.

Por fim, enquanto cidadãos, apelo-vos que divulguem esta "história" e, enquanto Técnicos de Saúde (sejam Técnicos de Saúde Ambiental, Médicos de Saúde Pública, Engenheiros Sanitaristas, etc.), sugiro-vos a leitura (mais uma vez) do Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de Agosto, que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios habitacionais, revogando o Decreto-Lei n.º 123/97, de 22 de Maio.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Os Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica nos Cuidados Primários e Hospitalares – Acção e Desafios

Foi por mensagem de correio electrónico que recebi da Organização Portuguesa dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica – Pró-Ordem (OPTDT– Pró-Ordem), que tive conhecimento do VII Encontro Técnico-Científico dos TDT do Hospital de São Sebastião, subordinado ao tema "Os Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica nos Cuidados Primários e Hospitalares – Acção e Desafios". O evento terá lugar no dia 17 de Maio de 2008, em Santa Maria da Feira, numa organização conjunta da OPTDT– Pró-Ordem e do Hospital de São Sebastião, EPE, tendo como "entidade" promotora o Portal Tecnologias da Saúde Online

"Dado a importância dos temas em análise, bem como o presença de convidados com responsabilidades na definição de políticas de saúde que vão afectar, mais cedo ou mais tarde todas as nossa profissões", sugiro a presença dos Técnicos de Saúde Ambiental (TSA), além de todos os outros colegas das restantes áreas profissionais das tecnologias da saúde.

Entretanto, ao ler o programa do evento reparei que apesar do encontro ser de Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, no painel "Cuidados Primários de Saúde" estará em representação da Saúde Pública (Departamento de Saúde Pública da ARS Norte), um Médico de Saúde Pública, cuja competência não pomos em causa, mas tanto quanto julgamos saber, existem na Saúde Pública e naquele mesmo departamento, também Técnicos de Saúde Ambiental.

Pergunto: – Será que nenhum TSA, sendo Técnico de Diagnóstico e Terapêutica, teria competência reconhecida para estar naquele lugar?

Para mais informações alusivas ao evento, visitem o sítio na internet alusivo ao Encontro.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Inovação em Saúde

«A Associação Portuguesa para a Promoção da Saúde Pública (APPSP), vai realizar o seu XIX Encontro Nacional este ano dedicado ao tema "INOVAÇÃO EM SAÚDE" que terá lugar no dia 5 de Junho de 2008 pelas 9.00 h, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa, no Parque das Nações, em Lisboa.
Durante a sessão de abertura presidida por Sua Excelência a Senhora Ministra da Saúde, será prestada uma homenagem ao Professor Arnaldo Sampaio, insigne médico de saúde pública e fundador da APPSP.»

Para mais informações consulte o programa do Encontro, onde encontrará as condições para inscrição, assim como a ficha de inscrição.

Caso queira fazer-se sócio/a da APPSP, clique aqui.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O Técnico de Saúde Ambiental vai à escola

Foi no mês passado que aqui fiz referência ao trabalho que o colega Paulo Martins, Técnico de Saúde Ambiental, tem feito na divulgação das actividades do Serviço de Saúde Pública do Concelho de Vila Verde.
Hoje, por "mero acaso" fui descobri-lo no Agrupamento de Escolas do Prado, onde terá deixado a mensagem de que "ambiente também é saúde".
«O Dr. Paulo Martins, Técnico de Saúde Ambiental do Centro de Saúde de Vila Verde foi o nosso convidado e falou-nos do tema do Dia Mundial da Saúde 2008, relacionando as questões associadas às alterações climáticas aos problemas da Saúde, ao aparecimento de novas doenças, ao desenvolvimento de outras, à diminuição da nossa capacidade de resistência, etc.»
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Imagem recolhida no Blog Geral do Agrupamento de Escolas de Prado.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Alterações climáticas e saúde. O vídeo da Direcção Geral da Saúde (II)

Dando continuidade ao post anterior, apresento-vos a segunda parte do filme da Direcção Geral da Saúde alusivo ao Dia Mundial da Saúde.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Alterações climáticas e saúde. O vídeo da Direcção Geral da Saúde (I)

Por sugestão da Sílvia, fui visionar o filme da Direcção Geral da Saúde alusivo ao Dia Mundial da Saúde.
Porque o achei muito interessante (talvez do mais interessante que tenho vista a DGS fazer nos últimos tempos) deixo-o aqui.
Apreciem!

Protecting health from climate change

Ainda a propósito do Dia Mundial da Saúde e dos efeitos que as alterações climáticas têm na saúde, deixo-vos o artigo de Riffat Hossain Lucy publicado, no dia 4 de Abril de 2008, no The Daily Star.

«World Health Day — 7 April, marks the founding of the World Health Organisation (WHO). It draws attention to a subject of major importance of global health every year.

In 2008, World Health Day focuses on the need to protect health from the adverse effects of climate change. The theme of this year, Protecting health from climate change” puts health at the centre of the global dialogue about climate change.

WHO selected this theme in recognition that climate change is posing ever growing threats to global public health security. Health is one of the areas most affected by the climate change.

The Earth’s atmosphere is very thin, half lies within three miles of its surface and the concentration of CO2 in the atmosphere is rising fast. There is now no serious dispute that this is causing a rapid rise in the Earth’s temperature and that this brings with it imminent dangers.

The threat to human health is of a more fundamental kind than is the threat to the world’s economic system, says Prof McMichael, a Professor of Public Health from the
Australian National University. “Climate change is beginning to damage our natural life-support system, he added.

The World Health Organisation estimates that a quarter of the world’s disease burden is due to the contamination of air, water, soil and food — particularly from respiratory infections and diarrhoeal disease.

Climate change will make these and other diseases worse. While it is unlikely to cause entirely new diseases, but it will alter the incidence, range and seasonality of many existing health disorders.

By 2080, between 20 and 70 million more people could be living in malarial regions due to climate change. Health hazards from climate change are diverse and global in nature. The hazards range from higher risks of extreme weather events to changes in the dynamics of infectious diseases. Many of the leading killer diseases are sensitive to climatic conditions; their incidence and spread are likely to be affected by changing weather patterns. The health impacts of climate change are already evident in different ways: more people are dying from excessive heat than before, changes are occurring in the incidence of vector-borne diseases and the pattern of natural disasters is altering.

These health hazards and impacts will be disproportionately greater among the vulnerable populations, which include the very young, elderly, medically infirm, poor and isolated populations. Vulnerability is also observed to be high in areas with a high endemicity of climate-sensitive diseases, severe water scarcity, and low food production. Spotlight should also focus the small-island developing states and mountainous regions; and mega-cities and coastal areas in developing countries.

Evidence and research have supported that if current warming trends remain uncontrolled, humanity will face more injury, disease and death related to natural disasters and heatwaves; higher rates of foodborne, waterborne, and vector-borne illness; and more premature deaths and disease related to air pollution.

Moreover, in many parts of the world, large populations will be displaced by rising sea level and affected by drought and famine. As glaciers melt, the hydrological cycle shifts and the productivity of arable land changes.

In fact, Poverty cannot be eliminated overnight while environmental degradation exacerbates malnutrition, disease and injury. Food supplies need continuing soil fertility, climatic stability, freshwater supplies and ecological support (such as pollination). Infectious diseases cannot be stabilised in circumstances of climatic instability, refugee flows and impoverishment.

Goals for World Health Day 2008
1. Raise awareness and public understanding of the global and locally relevant health consequences of climate change.

2. Advocate for interdisciplinary and intersectoral partnerships from the local to international level that seek to improve health through rapid deployment of mitigation strategies to stabilise climate change and development of proactive adaptation programmes to minimise health impacts.

3. Generate effective actions by local communities, organisations, health systems and governments to reduce the impact of climate change on health through urgent application of mitigation and adaptation techniques.

4. Demonstrate the health community’s role in facing the challenges globally and in regions, countries and communities.

5. Spark commitment and action among governments, international organisations, donors, civil society, businesses and communities (especially among young people) to anchor health at the heart of the climate change agenda. The health impacts of climate change will be difficult to reverse in near coming years or even decades. But some of potential impacts can be avoided or prevented. Controlling disease vectors (fly, mosquito, flea), reducing pollution from transport, and efficient land use and water management can be measures given emphasis. Clean water and sanitation; safe and adequate food; immunisation; disease surveillance and response; safe and effective disease vector control; and disaster preparedness are all critical components of public health practices that are also adaptations to climate change. These programmes need to be strengthened globally with special concentration of effort in high-risk locations and populations in order to prevent climate-related injury, disease and death.

Some steps needed to prevent climate change have positive health benefits. For example, increased use of bicycles and public transport instead of personal cars in industrialised countries will reduce greenhouse gas emissions. It will also improve air quality and lead to better respiratory health and fewer premature deaths. The increase in physical activity from cycling and walking may lead to less obesity and fewer obesity-related illness. The sooner these steps are taken, the greater their impact will be on public health.»

A Dra. Riffat Hossain Lucy é especialista em Saúde Pública com experiência profissional em investigação, gestão e coordenação de programas de saúde. Tem trabalhado com agências das Nações Unidas, organizações internacionais, agências governamentais dos Estados Unidos da América (EUA), além de instituições académicas no Bangladesh, Malásia e EUA.

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Imagem recolhida no artigo original do The Daily Star.
Informação biográfica da autora recolhida no Zoominfo.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Dia Mundial da Saúde 2008: a protecção da saúde dos efeitos das alterações climáticas

Comemora-se no próximo dia 7 de Abril o Dia Mundial da Saúde cujo tema será "a protecção da Saúde dos efeitos das alterações climáticas", pretendendo-se "alertar a opinião pública para a tomada de consciência dos efeitos que as alterações climáticas produzem na Saúde e promover a colaboração e intervenção por parte do cidadão em geral."

Em Portugal, o evento comemorativo terá lugar, nesse mesmo dia (segunda-feira), às 10h30, no Auditório do INFARMED - Parque da Saúde (informação recolhida no sítio do Alto Comissariado da Saúde e na Direcção Geral da Saúde). Mais informações aqui.


Alusivo a este dia, sugiro-vos a leitura da mensagem da Directora-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).

«World Health Day, on 7 April, marks the founding of the World Health Organization and is an opportunity to draw worldwide attention to a subject of major importance to global health each year. In 2008, World Health Day focuses on the need to protect health from the adverse effects of climate change.

The theme “protecting health from climate change” puts health at the centre of the global dialogue about climate change. WHO selected this theme in recognition that climate change is posing ever growing threats to global public health security.

Through increased collaboration, the global community will be better prepared to cope with climate-related health challenges worldwide. Examples of such collaborative actions are: strengthening surveillance and control of infectious diseases, ensuring safer use of diminishing water supplies, and coordinating health action in emergencies.»

Fonte: Organização Mundial da Saúde

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Imagem recolhida no blogue de
Robin Good.

domingo, 9 de março de 2008

Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP já tem portal

Até há bem pouco tempo, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, IP, era a única que ainda não dispunha de um sítio na internet, devidamente actualizado e de acesso disponível.
Agora, através do seu portal, também já podemos aceder ao Departamento de Saúde Pública daquela região de saúde que, curiosamente, ou talvez não, replica muita da informação existente (senão toda) no microsítio do Delegado Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e que num ou noutro programa/projecto apresenta alguns equívocos que julgamos deverão ser objecto de correcção muito em breve.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ana Jorge e o perfil da nova Ministra da Saúde

«Ana Jorge é líder da bancada socialista na Lourinhã. Foi presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa Vale do Tejo na época em que Maria de Belém foi Ministra da Saúde. Fazia já parte da equipa do Ministério da Saúde sob a tutela de Correia de Campos e foi uma das responsáveis pelo novo Centro Hospitalar com um quadro de pessoal único e uma direcção comum da Maternidade Alfredo da Costa e o Hospital Dona Estefânia.

Ana Jorge dirigia actualmente o serviço de Pediatria do Hospital Garcia de Orta, em Almada e terá sido sondada pelo Governo para assumir o cargo de Governadora Civil e Lisboa. A médica pediatra foi também responsável pela introdução do conceito «Música nos Hospitais». No currículo tem mais de 30 anos de profissão: quinze no Hospital D. Estefânia e cinco à frente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

A futura ministra da Saúde, Ana Maria Teodoro Jorge, disse hoje à Lusa que aceitou o convite e que acredita na reforma em curso, bem como no Serviço Nacional de Saúde (SNS). "Acabei de aceitar o convite [do Primeiro-Ministro] e só posso dizer que irei tentar levar a bom porto a missão", disse.

Sobre a reforma em curso, que tem merecido várias críticas, Ana Jorge disse acreditar nas mudanças. "Acredito na reforma em curso e no Serviço Nacional de Saúde (SNS)", afirmou.»

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Fonte e Ilustração: Sapo Notícias.

Correia de Campos, Ministro da Saúde já não é

Cuidado... cuidado... ele vai cair... segurem...
Opssssss!... Já está!
Caiu e ninguém se ofereceu para o segurar.
Correia de Campos, Ministro da Saúde já não é.
Correia de Campos vai ser substituido por Ana Jorge que, quando iniciei funções na Sub-Região de Saúde de Lisboa, ocupava o cargo de Presidente do Conselho da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Nessa altura, se a memória não me falha, tinhamos Constantino Sakellarides como Director Geral da Saúde e Maria de Belém Roseira como Ministra.
A última vez que me cruzei com a futura "patroa" da saúde, foi numa aula de Promoção da Saúde, no curso de mestrado em Saúde Pública.
Ana Jorge, em declarações à Agência Lusa, citadas pelo Sapo Notícias, referiu que "só posso dizer que irei tentar levar a bom porto a missão" e que "acredito na reforma em curso e no Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
Esperemos que não caia. Afinal cair parece menos bem a uma senhora.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Ana Escoval, a demissão e, as unhas e os anéis do Sr. Ministro

Ana Escoval, que conhecemos pessoalmente, além de muitas outras coisas é também a directora da revista “Tecnologias da Saúde. Gestão, Ciência e Inovação”, docente no curso de Mestrado em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa e faz parte da Comissão Científica e Comissão Organizadora das "Conversas de Fim de Tarde", a que já aqui fizemos referência.
No entanto, foi como responsável da Unidade de Contratualização do Ministério da Saúde que apresentou a sua demissão ao Ministro da Saúde. (fonte: Saúde SA).
Cá p'ra nós, parece-nos que o Sr. Ministro começa a perder os anéis dos dedos. Esperemos que entretanto não arranje uma unha encravada.