Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Tertúlias de Saúde Ambiental: A Saúde Ambiental nos Serviços de Saúde Pública

(clicar na imagem para aumentar)

A Sociedade Portuguesa de Saúde Ambiental dá início ao ciclo de Tertúlias de Saúde Ambiental no dia 6 de Março de 2009 pelas 20 horas no Restaurante da "Fábrica Braço de Prata" em Lisboa.
O "tempero especial" é "A Saúde Ambiental nos Serviços de Saúde Pública" e tem como dinamizadores os ilustres tertulianos Mário Durval e Rui de Portugal.

As inscrições estão abertas e incluem jantar (ver programa).

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Nota: Para os que têm filhotes está garantido serviço de Baby-sittig, das 21h às 24h, na sala Tchekov da Fábrica Braço de Prata, onde a equipa "Oficina dos 5 Sentidos" tem inúmeras actividades lúdicas , artísticas e culturais para a “criançada” deixar os pais tertuliarem à vontade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Saúde Ambiental na SHO 2009

Hoje, pela manhã, ao visitar o blogue "Coisas de Saúde Ambiental", da nossa colega Susana Daniel, reparei que o último post que ela lá havia colocado dava conta de que nos dias 5 e 6 de Fevereiro de 2009, terá lugar, em Guimarães, o Colóquio Internacional sobre Segurança e Higiene Ocupacionais – SHO 2009. Este é um evento organizado pela Sociedade Portuguesa de Segurança e Higiene Ocupacionais (SPOSHO), na senda daqueles que já têm vindo a ser promovidos nos últimos anos. Para mais informações, sugiro-vos que sigam as hiperligações acima, nomeadamente a do blogue da colega.

Mas então o que poderá trazer de novo esta minha mensagem?
Pouco, ou quase nada, mas será, um pouco ou quase nada, interessante para a Saúde Ambiental.
Ao revisitar o sítio do evento com mais atenção, reparei que a Saúde Ambiental se faz representar naquele evento, tanto ao nível do Patrocínio Científico, pela Sociedade Portuguesa de Saúde Ambiental, como em comunicações que terão lugar nas sessões paralelas (ver programa), onde identifiquei pelo menos duas colegas nossas, de Saúde Ambiental, com as comunicações "Exposição Ocupacional a Fungos Existentes no Ar: O Caso dos Ginásios com Piscina" e "Exposição Ocupacional ao Formaldeído em Laboratórios de Anatomia Patológica: resultados da quantificação da exposição com diferentes metodologias de avaliação".
Este será um exemplo a seguir, para aqueles que ainda se questionam se valerá a pena continuar a estudar!!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Saúde Ambiental: mais um blogue!

Mais um blogue de Saúde Ambiental. Simplesmente o Saúde Ambiental. Um blogue que "aparenta" ser uma iniciativa (mais uma!) dos alunos do 1.º Ano (ano lectivo 2008-2009) do curso de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.
Àqueles estudantes que agora se aventuram no mundo da blogosfera, desejamos as maiores felicidades, relembrando que não devem deixar, em momento algum, de ter em consideração que agora também já fazem parte do mundo "Saúde Ambiental".

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Estrutura curricular e plano de estudos do curso de Saúde Ambiental da ESTeSL (Bolonha)

Em Outubro de 2008, através do post Saúde Ambiental em Bolonha com 240 ECTS: a confirmação!, já haviamos feito alusão ao Despacho n.º 25386/2008, que evidenciava o registo da adequação do ciclo de estudos do curso de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa do Instituto Politécnico de Lisboa, a Bolonha.
Hoje, três meses depois, foi publicado o Despacho n.º 1937/2009, que apresenta a estrutura curricular e do plano de estudos do curso, a vigorar a partir do ano lectivo actual, evidenciando-se assim a adequação do 1.º ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado em Saúde Ambiental, numa licenciatura de raíz com 240 ECTS.
Agora sim, podemos dizer: - Estamos lá!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

EcoLetter, a Newsletter de Saúde Ambiental

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra tem, desde Outubro de 2008, uma Newsletter de Saúde Ambiental: a EcoLetter.
Esta é uma iniciativa interessante, fruto, dizemos nós, das recentes aquisições em termos de docência, para a área científica de Saúde Ambiental daquela instituição, a saber: João Almeida e Nelson Sá (licenciados em Saúde Ambiental).
Para os eventuais interessados pela sua leitura, disponibilizamos aqui as duas primeiras edições (EcoLetter n.º 0 e EcoLetter n.º 1).
Os nossos parabéns pela iniciativa e o desejo de continuação de bom trabalho.

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Nota: um agradecimento à colega Sílvia Silva, que nos fez chegar esta informação.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

X Congreso Español y I Iberoamericano de Sanidad Ambiental

Na madrugada de hoje, recebi de José Mª Ordóñez, vice-presidente da Sociedad Española de Sanidad Ambiental (SESA), a informação de que irão promover, em Outubro do próximo ano, o X Congreso Español y I Iberoamericano de Sanidad Ambiental. A missiva que a seguir reproduzo, com a devida autorização, convida-nos a participar no evento, na perspectiva de promover a relação de profissionais e instituições congéneres, de ambos os lados do Atlântico.



Por fim, apela a todos as instituições análogas que estabeleçam contacto com a SESA no sentido de estabelecer protocolos que lhes permitam trabalhar de forma conjunta em projectos de interesse comum.
Recordo que em tempos, a SESA já havia perticipado num evento promovido pela Sociedade Portuguesa de Saúde Ambiental (Simpósio Saúde Ambientali - Inovação em Saúde Ambiental), perspectivando-se agora nova colaboração, enfatizando a relação já existente.

«Queridos amigos:
Mi nombre es José Mª Ordóñez y soy vicepresidente de la Sociedad Española de Sanidad Ambiental (SESA).
En nuestra página web (http://www.sanidadambiental.com/) podréis encontrar más información sobre nosotros.
Nuestra sociedad va a organizar los días 28, 29 y 30 de octubre del año 2009, el X Congreso Español y I Iberoamericano de Sanidad Ambiental, del cual soy el Presidente del Comité científico.

Me dirijo a vosotros con dos intenciones:

1.-Invitaros a que participéis en este Congreso que queremos que sirva para crear un puente de unión entre los dos lados del Atlántico. Conforme vayamos teniendo más información la pondremos en la página web de SESA.

2.-Pediros que necesitamos contactar con sociedades científicas de todos los países que las tengan similares a SESA para ver la posibilidad de llegar a acuerdos que nos permitan trabajar de forma conjunta en proyectos que nos resulten de interés.

Esperando vuestras gratas noticias, recibid un cordial saludo

José Mª Ordóñez Iriarte
Presidente del Comité Científico
X Congreso Español y I Iberoamericano de Sanidad Ambiental»

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Bom Natal e um Próspero Ano Novo pelos alunos de Saúde Ambiental da ESTeSL

Foi no âmbito da Unidade Curricular de Seminário de Integração em Saúde Ambiental que os estudantes de 1.º Ano da licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa realizaram uma "Árvore de Natal RECICLADA".
Em representação de cada curso optaram por utilizar um "mini-pinheiro de forma a criar uma consciencialização de protecção perante o meio-ambiente", os quais irão, posteriomente, replantar nas zonas verdes da escola ou na zona do Parque das Nações.
E é assim que os alunos de Saúde Ambiental da ESTeSL nos desejam um Bom Natal e um Próspero Ano Novo, aliando à época festiva que atravessamos, uma acção de educação ambiental.

ANSA: Associação Nacional de Saúde Ambiental

O sítio da internet da Associação Nacional de Saúde Ambiental ganhou vida.
Apresenta-se com novo visual, mais dinâmico, mais interactivo, mais conteúdos, mais... mais... mais...
Fazendo uma visita rápida, vimo-nos por lá, na área destinada aos "sites de interesse", classificados como sendo de Saúde Pública. Muito obrigado!
Na sua página de entrada dirige-se àqueles que diz serem o seu maior património, os seus associados.

«Caros Sócios,

Cabe-nos a honra de vos dirigir algumas breves palavras. Mais do que vos falar do passado interessa-nos olhar para o futuro e fazer da nossa Associação uma Associação moderna, dinâmica, empreendedora, pró-activa, promotora da saúde ambiental e dos profissionais que representa, defendendo os interesses destes junto das entidades oficiais, das outras profissões e da sociedade em geral.

Quando escolhemos ser Técnicos de Saúde Ambiental, integrados na área das chamadas Tecnologias da Saúde, estamos conscientes da responsabilidade social e humana inerente à nossa profissão, mas também do importante contributo que podemos dar para o desenvolvimento da nossa comunidade. Só com o apoio e participação de todos e de cada um, a nossa Associação poderá ocupar o lugar desejado no desenvolvimento da profissão, no plano nacional e internacional.

Estamos também conscientes que a nossa profissão é relativamente recente, e por isso é imperativo divulgar a nossa actividade e todo o seu potencial. Para prossecução destes fins, está inerente o esforço de todos nós.

O maior património da ANSA são os seus associados, pretende-se que todos os sócios se revejam na associação e a ela queiram pertencer. A ANSA tem por finalidade agregar todos os Técnicos de Saúde Ambiental, promover a elevação do seu nível sócio-profissional, científico e cultural. Para a concretização destes fins, compete-nos promover a realização de quaisquer iniciativas compatíveis com os mesmos, designadamente no campo do ensino, da formação permanente e pós-académica. Esse será um compromisso do nosso mandato que, para além deste ponto de honra, conta no seu programa de acção com a revisão e modernização dos seus estatutos, bem como a aproximação dos sócios a Associação através da utilização das novas tecnologias, que permitirão uma maior interactividade e consequente melhoria do nosso papel enquanto dirigentes associativos.

Contamos com a vossa participação.

A Direcção Nacional da ANSA»

Quanto a nós, gostámos do que vimos e prometemos voltar em breve.

Desejamos-vos bom trabalho.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O buraco de ozono aumentou face a 2007

Segundo um artigo datado de 6 de Novembro deste ano, os cientistas do Centro Aeroespacial Alemão (DLR) descobriram que o "buraco de ozono", sobre a Antártida, aumentou este ano quando comparado com aquilo que se havia verificado em 2007, sendo, no entanto, ainda menor do que em 2006. A camada de ozono estratosférico é uma camada protectora da Terra contra os efeitos nocivos dos raios ultravioletas nocivos. A sua ausência, ou diminuição, promove o aumento de uma infinidade de maleitas para a saúde e pode causar danos à biodiversidade. Apesar do "buraco de ozono" ter atingido 27 milhões de quilómetros quadrados em 2008 contra os 25 milhões de quilómetros quadrados no ano anterior, está ainda abaixo dos 29 milhões de quilómetros quadrados registrados em 2006, equivalendo a aproximadamente o tamanho da América do Norte.

Frio extremo a altitudes elevadas e alguns gases atmosféricos nocivos como bromo, promovem a deplecção da camada do ozono. Alguns produtos antropogénicos, como os clorofluorcarbonetos (CFC) que foram desenvolvidos na década de 1930, têm vindo a perpetuar este problema. Segundo os cientistas, 1 molécula de CFC pode desencadear a perda de 100000 moléculas de ozono.

Os CFC encontrados, por exemplo, em solventes utilizados em produtos de limpeza e aerossóis, foram sendo gradualmente eliminados por imposição do "Protocolo de Montreal relativo às substâncias que promovem a degradação da camada de ozono", em 1987. Tendo como objectivo promover a protecção da camada de ozono da estratosfera, este protocolo, já com 21 anos, foi posteriormente alterado em 1990 e 1992.

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Nota: informação retirada do sítio da European Commission, Research DG

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Condições Ambientais e de Saúde Pública na Concepção e Exploração de uma Praia Fluvial

Chegou-me, via correio electrónico, uma mensagem de alunos(as) do 3.º Ano de Saúde Ambiental, pedindo ajuda relativamente a "Condições Ambientais e de Saúde Pública na Concepção e Exploração de uma Praia Fluvial".

Este é um tema que claramente não domino e uma resposta que eventualmente viesse a dar, necessitaria de tempo para preparação, tempo esse que infelizmente não disponho.

Assim, e transcrevendo parte da mensagem recebida (com a devida autorização), se alguém "nos pudesse ajudar, quer com informação que possa ter, quer com bibliografia que nos possa indicar", referente a "Condições Ambientais e de Saúde Pública na Concepção e Exploração de uma Praia Fluvial", nós agradecemos e eles(as) também.

Para que possam ajudar este grupo de alunos(as), usem o espaço destinado a comentários desta mensagem.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

III Jornadas Pedagógicas: Olhares Integradores sobre a Saúde

Teve lugar, ontem, dia 29 de Outubro, no auditório do Instituto Politécnico de Beja as III Jornadas Pedagógicas, organizadas pelo Conselho Pedagógico da Escola Superior de Saúde de Beja (ESSB).
O evento (ver programa) pretendia ser um espaço de interacção entre alunos, docentes e profissionais.
Chamo a atenção para a primeira mesa do evento, designada de Saúde Ambiental, com a moderação a cargo do colega, Técnico de Saúde Ambiental e docente da ESSB, Rogério Nunes e cujos temas abordados foram:

Um evento que, infelizmente, aqui publicitamos tardiamente mas convictos que em função dos conteúdos abordados terá tido muita afluência.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Saúde Ambiental em Bolonha com 240 ECTS: a confirmação!

Foi publicado hoje no Diário da República Electrónico, a adequação a Bolonha de todos os cursos de Saúde Ambiental, quer nas escolas públicas (excepto a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Beja) quer nas privadas (exclusivamente a Escola Superior de Saúde Jean Piaget/Nordeste do Instituto Piaget) passando os mesmos a ter 240 ECTS.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A Saúde Ambiental nos Açores, via Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

«Cerca de oito dezenas de técnicos de diagnóstico e terapêutica das áreas de análises clínicas e saúde pública, radiologia, cardiopneumologia, saúde ambiental e farmácia da Região vão ter acesso uma licenciatura bietápica depois de concluírem um curso de um ano que será ministrado na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.
O protocolo para a realização dos cursos destinados aos técnicos de saúde com o grau académico de bacharel foi assinado ontem, em Angra do Heroísmo, pela secretaria regional dos Assuntos Sociais, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo e Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.
Falando na cerimónia de assinatura do protocolo, o secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, referiu que a parceria estabelecida com as duas instituições de ensino superior "vai-se traduzir em benefícios para o Serviço Regional de Saúde que queremos cada vez mais eficaz, mais eficiente, mais presente e mais próximo do cidadão".
Domingos Cunha destacou a "comunhão de interesses" que existe entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores na formação na área da saúde.
Referiu que a iniciativa está integrada "num projecto formativo coerente, científica e pedagogicamente acreditado e eficiente, que vai no sentido da valorização e aperfeiçoamento profissional" dos recursos humanos da saúde.
De acordo com Domingos Cunha, a realização dos cursos vem na sequência do investimento na bolsa de estudo, criada pelo Governo dos Açores, com vista a apoiar financeiramente estes profissionais.
O Governo Regional atribui todos os anos bolsas aos estudantes dos curso dos técnicos de diagnóstico e terapêutica e aos profissionais de saúde que se candidatem às licenciaturas bietápicas.

LICENCIATURAS
A Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo está a efectuar um curso de licenciatura bietápica para 26 técnicos de fisioterapia que termina em Fevereiro do próximo ano e promoveu, até 2007, seis cursos semelhantes com a duração de um ano para cerca de três dezenas de enfermeiros da Região.
Por seu turno, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa dispõe de 12 cursos de licenciatura em diversas áreas técnicas da saúde, frequentados por cerca de 1.900 alunos e já celebrou acordo de cooperação com cerca de 70 instituições de ensino superior da União Europeia de países africanos de expressão portuguesa.»

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Fonte: Diário Insular (edição de 19 de Setembro de 2008).

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A Saúde Ambiental no ensino superior: classificação dos últimos colocados no acesso ao ensino superior público de 2008

Para quem quiser consultar as médias dos últimos colocados no concurso de acesso ao ensino superior público deste ano poderá clicar aqui, ou seguir as respectivas indicações no sítio da Direcção-Geral do Ensino Superior.
No que diz respeito à Saúde Ambiental e às classificação dos últimos colocados no acesso ao ensino superior público de 2008, os resultados foram:
A nota mais baixa, para a generalidade dos cursos, foi de 95,0 para Engenharia Electrotécnica e de Computadores da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. A nota mais alta foi para Medicina, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com 185,2.

Uma curiosidade... a nota mais alta de entrada para Saúde Ambiental, verificou-se na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, com uma aluna a registar a média de 180,1 e tendo colocado Saúde Ambiental como 1.ª opção.

Como nota final deixo a informação de que na Escola Superior de Saúde de Beja, e no curso de Saúde Ambiental, ficaram 11 vagas por preencher nesta primeira fase do concurso.
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Nota: os eventuais interessados em regressar à Escola, que não estudantes, também o poderão fazer, cumprindo os preceitos descritos aqui.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Relatório Crítico de Actividades

A primeira vez que lhe fiz referência – ao Relatório Crítico de Actividades – foi em Abril de 2007 num post ao qual dei o título "Avaliação de desempenho".
Naquela altura o colega Duarte D'Oliveira, do Jornal de Saúde Ambiental, escreveu: "Excelente! Eu quero (preciso) de ler o resto! Agradeço-lhe – sendo possível – que me envie o Relatório por correio electrónico."
A adjectivação deveu-se, julgo eu, àquilo que deixei ler do conteúdo do documento.

«(...) o facto de no último triénio se ter iniciado aquilo a que alguns apelidaram de "reestruturação da saúde pública" foi, no entanto, causador de uma desmotivação crescente e que se tem vindo a acentuar com o passar do tempo. As informações contraditórias respeitantes ao futuro do desempenho em Saúde Ambiental e o "abandono" sistemático a que os Serviços de Saúde Pública têm sido sujeitos, têm alicerçado uma vontade desmedida em mudar de profissão (...).»

De facto, algum tempo depois fiz-lho chegar. Entretanto, muitos outros se lhe seguiram.
Hoje ter-me-á chegado por correio electrónico, aquele que foi, seguramente, o último pedido para que facultasse o meu Relatório Crítico de Actividades.
A partir de hoje não o enviarei a mais ninguém. Não mo peçam... descarreguem-no aqui.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Tabela Nacional de Incapacidades e as actividades nos serviços de Saúde Pública

O exercício de funções num serviço de Saúde Pública, e na sequência daquilo que nos tem sido permitido observar - e vivenciar -, poderá ser referenciado como potenciador de algumas das "perturbações mentais mais frequentes no domínio da avaliação pericial do dano em direito do trabalho", de onde destaco, meramente a título de exemplo, as perturbação de stresse pós-traumático (ver Decreto-Lei n.º 352/2007, de 23 de Outubro, que aprova a "nova" Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, revogando o Decreto-Lei n.º 341/93, de 30 de Setembro, e aprova a Tabela Indicativa para a Avaliação da Incapacidade em Direito Civil).

Perturbação de stresse pós-traumático...

«São manifestações psíquicas, mediadas pela ansiedade e provocadas pela ocorrência súbita e imprevisível, de um evento traumático que excede os mecanismos de defesa do indivíduo. O factor de stresse deve ser intenso e ou prolongado. A sintomatologia inclui condutas de evitamento (de situações ou pensamentos que evoquem o trauma), reexperiência penosa do acontecimento traumático, sintomas de hiperactivação fisiológica e alterações do padrão de comportamento.»

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Nota: este post foi, por perturbação mental, classificado como "entretenimento".

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Climatização tem sido aposta dos hospitais

«A Direcção-Geral de Saúde considera que tem havido um esforço dos hospitais para equipar as áreas mais sensíveis para os doentes com sistema de climatização, mas reconhece que ainda há estabelecimentos mais antigos que funcionam sem estes equipamentos. "Tem havido uma melhoria significativa de modernização nos hospitais", disse à agência Lusa Paulo Diegues, da Divisão de Saúde Ambiental da Direcção-Geral de Saúde (DGS), acrescentando que a maioria dos serviços começa a estar dotada com estes equipamento. Depois de em 2003 se ter verificado uma forte onda de calor, que terá vitimado cerca de 2.000 pessoas no país, o Ministério da Saúde disponibilizou verbas, através de concurso público, para os hospitais se equiparem com ar condicionado.A partir de 2005, coube aos hospitais que se tornaram Entidade Pública Empresarial (EPE) destinarem verbas para climatização, explicou o responsável da DGS.

(...)

Um estudo do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA), que analisou 41 hospitais do Serviço Nacional de Saúde, revela que nos hospitais sem ar condicionado o número de mortes por excesso de calor em pessoas internadas com mais de 45 anos pode aumentar em 60%.»

Entretanto, a agência Lusa, numa ronda que fez pelos hospitais EPE do país, tentou determinar quais os serviços equipados com sistemas de climatização, conforme recomendação do Plano de Contingência para as Ondas de Calor em Portugal em vigor desde 2004 (ver Plano de Contingência para Ondas de Calor 2008).


«No Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, que agrupa os hospitais de São Francisco Xavier, Egas Moniz e Santa Cruz, "60% dos serviços têm ar condicionado", disse uma fonte da unidade, acrescentando que o equipamento será instalado à medida que os serviços vão sendo remodelados.
Este ano, foram renovados os serviços de Ortopedia, Medicina IV e Hematologia do Hospital de São Francisco Xavier e os serviços de Neurocirurgia e Medicina II do Hospital Egas Moniz, acrescentou.
Os hospitais de São José, Santo António dos Capuchos, Santa Marta e D. Estefânia, que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), também tem serviços sem sistema de climatização, disse fonte hospitalar, sem precisar quais.
A nível de ar condicionado e climatização, o Hospital de Santa Maria (Lisboa) está "bem prevenido", sublinhou uma fonte do estabelecimento hospitalar.
Segundo a mesma fonte, cerca de 90% do hospital está equipado com aparelhos de ar condicionado e o restante tem uma película de protecção de calor.
No Hospital Garcia d´Orta, em Almada, a generalidade dos serviços está equipada, segundo uma fonte do hospital.
No Hospital São João, no Porto, estão equipados com sistema de ar condicionado todos os blocos operatórios, as unidades de cuidados intensivos e intermédios, a urgência, os serviços de pediatria, pneumologia e broncologia, ginecologia e obstetrícia, nefrologia, incluindo a Unidade de Hemodiálise.
Também os serviços de doenças infecciosas, cirurgia plástica/unidade de queimados, hematologia clínica, cirurgia torácica, psiquiatria, Hospital de Dia do Ambulatório (oncológico e não oncológico) e centro de ambulatório têm climatização. Até ao final de 2009, serão equipados os restantes serviços, alguns já em fase de obra.
No Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), o presidente do conselho de administração, João Casteleiro, adiantou que no Hospital Pêro Covilhã só falta ser instalado ar condicionado nas enfermarias gerais, o que deverá acontecer já em Agosto.
O Hospital do Fundão aguarda por obras de requalificação, disse o responsável, sublinhando que a unidade tem ar condicionado na consulta aberta (antiga urgência) e na área de raio-X.
Os outros serviços que ali funcionam - medicina interna e cuidados paliativos - aguardam pela remodelação das instalações, que está prestes a arrancar. "Trata-se de um edifício antigo que não tem estrutura para se instalar ar condicionado", explica João Casteleiro.
Luís Viegas, relações públicas do Hospital de S. Teotónio, Viseu, referiu que "existe climatização em todos os serviços onde há doentes" e que o bloco operatório tem ar condicionado.
O Hospital de Santarém tem climatizados a urgência, a sala de observações e os blocos operatórios, referiu à Lusa o presidente do Conselho de Administração, José Rinaço Josué.
Nas zonas de internamento está em curso, desde há alguns anos, um plano plurianual de melhoramentos que tem vindo a contemplar os serviços mais críticos, com especial
ênfase na climatização.
O presidente do conselho de administração do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil Coimbra, EPE, Manuel António Silva, afirma que todo o hospital se encontra climatizado.
A agência Lusa contactou o Centro Hospitalar de Coimbra, EPE mas não obteve resposta, assim como dos Hospitais da Universidade de Coimbra, cujo processo de transformação em EPE ainda está em curso.
No Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, os serviços que acompanham os doentes têm um sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado.
Além destes serviços, também a Esterilização, a Farmácia e o refeitório têm este sistema, referiu uma fonte do hospital, garantindo ainda que estão a "a melhorar todo o sistema".»

Fonte: Diário dos Açores.


Foi também notícia, no Portal da Saúde, que "os hospitais da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) puseram a funcionar este Verão o sistema de climatização. O projecto, iniciado em 2006, e o custo total do melhoramento ascendeu a um milhão de euros, tendo sido investidos 700 mil Euros no Hospital Dr. José Maria Grande e mais de 300 mil euros no Hospital de Santa Luzia. A questão da climatização, abordada como fundamental e prioritária, tornou-se agora uma realidade na ULSNA, melhorando significativamente as condições ambientais face ao particular rigor das estações mais quentes e às temperaturas elevadas atingidas por esta altura do ano.
Este ano de 2007 fica, assim, na história dos hospitais do norte alentejano como um marco importante na criação de condições de permanência em instituições de saúde."

A partir de agora, há é que garantir a sua correcta manutenção. Ao longo do nosso desempenho em Saúde Ambiental, e associado a equipamentos afectos à climatização, nomeadamente em edifícios do tipo hospitalar, já encontrámos uma enormidade de nichos ambientais de risco propiciadores das ditas "infecções nosocomiais".

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dan Pauluk, um homem da Saúde Ambiental... a recordar

O Distrito Sanitário de Southern Nevada tem como missão proteger e promover a saúde, o meio ambiente e o bem-estar dos residentes e visitantes do Condado de Clark.
Contudo, acabou por não conseguir fazê-lo a um dos seus próprios técnicos de saúde, Dan Pauluk, um homem da Saúde Ambiental.
"He was literally eaten alive from the inside out by toxic mold, aspergillus and stachybotrys.
(...)
According to his death certificate, he died from mixed mold micotoxicosis, a complicated medical term for mold poisoning."

Sugiro-vos que leiam a notícia no sítio na internet do KTNV ABC, Channel 13 e que visualizem o respectivo vídeo apresentado pelo mesmo canal televisivo (clicar na imagem).

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O fibrocimento, o amianto e as nossas (minhas) dúvidas

Foi por correio electrónico que recebi as questões que transcrevo abaixo e às quais, apesar dos meus parcos conhecimentos nesta matéria, tentarei responder.
De forma antecipada, agradeço, desde já, a quem quiser eventualmente acrescentar mais alguma informação relevante acerca desta matéria.

«Muito se tem ouvido falar acerca do amianto nas escolas e a minha questão é se isso é fácil de ser detectado por um "leigo" no assunto. Aquelas telhas vulgarmente chamadas de “Lusalite” contêm todas amianto? É fácil perceber, ou apenas um especialista nessa matéria consegue distinguir as que têm e as que não?»

Como certamente saberá, o amianto foi, até 1994, utilizado de forma intensiva, diria mesmo abusiva. Entretanto, em função dos riscos para a saúde, a ele associados foi, com base no Decreto-Lei n.º 228/94, de 13 de Setembro, que alterou o Decreto-Lei n.º 28/87, de 14 de Janeiro, limitada a sua comercialização e utilização, assim como de alguns produtos que o continham.
Posteriormente, já em 2005, e em função da publicação do Decreto-Lei n.º 101/2005, de 23 de Junho, foi então proibida, pela Comunidade Europeia, a utilização de qualquer variedade de amianto.
A questão que me colocou enquadra-se, tanto julgo ter percebido, no âmbito das actividades de Saúde Escolar, mais concretamente na Avaliação das Condições de Segurança, Higiene e Saúde dos Estabelecimentos de Educação e Ensino.
Em relação a esta matéria, independentemente da facilidade ou dificuldade com que se identifica a presença de amianto em determinados materiais, como é o caso das telhas que referiu, importa conhecer a data do seu fabrico e da sua instalação, pelos motivos legais a que já aludi. Depreende-se então que em produtos fabricados ou aplicados até 1994, haverá, com certeza, amianto incorporado na sua constituição, na medida em que até essa data, o fabrico de fibrocimento era feito com uma mistura de fibras de amianto.

Respondendo directamente às questões:

  • Nem todas as telhas vulgarmente chamadas de “Lusalite” contêm amianto;
  • Não, não é fácil distinguir as que têm e as que não têm fibras de amianto, muito menos por quem não é especialista nesta matéria, mas em função do ano de fabrico e aplicação poder-se-á depreender se as fibras objecto de preocupação integrarão, estarão ou não presentes.
Numa pesquisa rápida que fiz pela internet encontrei um texto (comercial) referindo que para a respectiva identificação de amianto se procede cuidadosamente à recolha de amostras de cada material suspeito, que são posteriormente examinadas com o auxílio de uma luz microscópica polarizada para determinar a presença e a quantidade dos vários tipos de amianto. A identificação pode ser feita no local, utilizando laboratórios móveis. No entanto, referem que em algumas circunstâncias, é necessário usar a transmissão ou o exame a electrões microscópicos para distinguir claramente o amianto de outras fibras inorgânicas e orgânicas.

Para mais informações sugiro ainda a leitura do artigo “Amianto, abordando o tema”, publicado no Suplemento Especial do número 179 da Revista Segurança, escrito pela nossa colega, Técnica de Saúde Ambiental e Técnica Superior de Segurança e Higiene do Trabalho, Carla Joyce.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Saúde Ambiental em Acção

Irá realizar-se no próximo dia 11 de Julho, sexta-feira, no Grande Auditório do Campus Académico de Macedo de Cavaleiros, sob a égide da Escola Superior de Saúde Jean Piaget/Nordeste, em Macedo de Cavaleiros, os Seminários de Saúde Ambiental sobre a temática “Profissão de Técnico de Saúde Ambiental”.
O evento será constituído por quatro painéis. A saber:
Saídas Profissionais
Associação Nacional de Saúde Ambiental – Papel do TSA
TSA – Centro de Saúde
TSA – TSHST
O Ambiente que é de todos
Cidades Saudáveis
Qualidade do Ar
Condições de Trabalho
Do Prado à Boca
Segurança Alimentar

Para os eventuais interessados, sugiro o download do programa, que inclui a respectiva ficha de inscrição.
Aos colegas envolvidos, tanto na organização como àqueles que estarão presentes na qualidade de orados, desejo uma boa sessão de trabalho.