Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.
Para que se saiba mais sobre Saúde Ambiental, Saúde Pública, Segurança Alimentar, Segurança e Higiene do Trabalho, Educação Ambiental. Para que se saiba mais sobre nós, Técnicos de Saúde Ambiental.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Sr. Vítor!!...

Deixo-vos uma pérola(zinha) dos Gato Fedorento, que à laia de brincadeira me fizeram chegar por correio electrónico. Porque é preciso conseguirmos rir de nós próprios, a quem o fez, muito obrigado.

domingo, 12 de outubro de 2008

Vida de professor

Agora, com dois professores cá em casa, as tardes dos dias de fim-de-semana tendem a uniformizar-se entre o casal. Hoje não foi excepção.
Enquanto eu ocupo a mesa da sala, ela fica-se pelo escritório.
Os níveis de ensino que leccionamos são bem diferentes e as histórias que cada um de nós tem para contar, dificilmente se poderão comparar.
Enquanto eu vou preparando aulas e enviando emails aos alunos com estudos de caso relacionados com os conteúdos que ando a leccionar (prometi-lhes que o faria), ela, na outra divisão da casa, vai corrigindo testes de diagnóstico de Ciências da Natureza, do 5.º Ano do 2.º Ciclo do Ensino Básico.
Há cerca de dois minutos atrás ouvia-a a rir. Agora interrompeu-me e disse: – dá-me dois exemplos de tipos de rochas.
Antes sequer de conseguir pensar e responder qualquer coisa já ela me dava conta da sua risada... este aqui respondeu "pedregulho" e "calhau".
A risada generalizou-se.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Relatório Crítico de Actividades

A primeira vez que lhe fiz referência – ao Relatório Crítico de Actividades – foi em Abril de 2007 num post ao qual dei o título "Avaliação de desempenho".
Naquela altura o colega Duarte D'Oliveira, do Jornal de Saúde Ambiental, escreveu: "Excelente! Eu quero (preciso) de ler o resto! Agradeço-lhe – sendo possível – que me envie o Relatório por correio electrónico."
A adjectivação deveu-se, julgo eu, àquilo que deixei ler do conteúdo do documento.

«(...) o facto de no último triénio se ter iniciado aquilo a que alguns apelidaram de "reestruturação da saúde pública" foi, no entanto, causador de uma desmotivação crescente e que se tem vindo a acentuar com o passar do tempo. As informações contraditórias respeitantes ao futuro do desempenho em Saúde Ambiental e o "abandono" sistemático a que os Serviços de Saúde Pública têm sido sujeitos, têm alicerçado uma vontade desmedida em mudar de profissão (...).»

De facto, algum tempo depois fiz-lho chegar. Entretanto, muitos outros se lhe seguiram.
Hoje ter-me-á chegado por correio electrónico, aquele que foi, seguramente, o último pedido para que facultasse o meu Relatório Crítico de Actividades.
A partir de hoje não o enviarei a mais ninguém. Não mo peçam... descarreguem-no aqui.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Saúde Ambiental... do desempenho ao ensino

Estava previsto que iria acontecer, mais cedo ou mais tarde.

Foi ontem o dia de no turning back point.
Depois de mais de onze anos de desempenho efectivo enquanto Técnico de Saúde Ambiental, num serviço de Saúde Pública de um Centro de Saúde, chegou a hora do adeus.
Já havia vivenciado, durante os últimos cinco anos, a experiência do ensino, tanto em licenciaturas de Segurança e Higiene do Trabalho como de Saúde Ambiental, mas sempre em regime de acumulação de funções. Ontem, dia 1 de Setembro, foi o dia da mudança "radical" que já se perspectivava.
Aconteceu!... Cessei funções no Ministério da Saúde e dei início a uma nova fase da minha vida no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Para não correr o risco de me tornar (demasiado) lamechas, desejo apenas boa sorte àqueles que continuam e um eterno obrigado, sentido, a todos os colegas que me deram o prazer da sua companhia ao longo de todo este tempo... e eles foram muitos.

Não personalizando, recordo-os a todos, sem excepção, Médicos de Saúde Pública, Administrativos, Enfermeiros, Auxiliares, Motoristas e, acima de tudo, os Técnicos de Saúde Ambiental. Alguns, mais que colegas, amigos.

Tal como já vos havia dito, continuar-nos-emos a ver. Por aqui, será com certeza.

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Ilustração: fotografia de Nuno Panão, intitulada "Saudade...", recolhida no Olhares. Fotografias Online.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Moisés Almeida, um homem da Saúde Ambiental, eternamente nosso...

Hoje foi um dia triste para a Saúde Ambiental.
Perdeu-se um colega e perdeu-se, acima de tudo, um amigo.
Moisés Almeida, falecido ontem, foi hoje a sepultar no cemitério velho de Coruche.
Eu, já de férias, soube-o por telemóvel, quando ao fim da manhã de ontem a notícia começou a circular.
Agora, quebrando todas as regras que a mim próprio impus, no que diz respeito à utilização da internet no período de férias, vejo que a notícia me chegou também doutras formas. Obrigado àqueles que fizeram uso do correio electrónico e a tantos outros que por não saberem de uma forma alternativa para me contactarem, acabaram por usar o meu círculo de amigos do HI5.
O Moisés foi para mim, além de colega de trabalho, um amigo.
Foi com ele que conversei vezes sem conta sobre o futuro dos Técnicos de Saúde Ambiental e da Saúde Ambiental em Portugal. Chegámos, em conjunto, a delinear algumas estratégias de intervenção. Foi dele que vieram as palavras de conforto quando, por qualquer razão, ou sem razão alguma, me foi apontado o dedo por tudo, ou por nada.
O Moisés foi para mim, antes de colega de trabalho, um amigo. Ainda assim, um amigo a quem fiquei a dever “um copo de tinto, no monte, à beira do Sorraia.
Nos últimos meses que precederam a sua morte, as nossas conversas eram estranhas. Confesso que chegaram a ser, pelos menos para mim, incomodativas. Por mais que tentasse não me conseguia alienar da experiência pela qual o Moisés estava a atravessar. No fim acabava por me aperceber de que havia sido ele, sempre ele, a dar-me forças para que eu não soluçasse por entre cada palavra proferida.
Cheguei-lhe a dizer: ”Porra Moisés!... Não era suposto ser eu a dar-te alento?”. Ele ria-se.
Manteve até ao fim a força que sempre lhe conheci e o humor que o caracterizava. Quando falámos pela primeira vez, após o diagnóstico, disse-me assim: “Não queres lá ver que este magano me apanhou no dia que fez vinte anos que deixei de fumar!!??”. Fiquei desarmado.
Hoje, ao chegar a Coruche, sem saber onde me dirigir, fui perguntando pela casa mortuária. Todos, sem excepção, me faziam referência ao Moisés. Percebi então que ele era um filho da terra, conhecido de toda a gente e de todas as gentes, querido. Só isso justifica a quantidade de pessoas que acompanharam as cerimónias fúnebres.
A nível profissional, revi colegas de trabalho, Técnicos de Saúde Ambiental, Médicos de Saúde Pública e Engenheiros Sanitaristas que tal como eu, quiseram e puderam dizer-lhe um último adeus.
Na igreja, antes da missa de corpo presente, um colega que o conhece há muito mais anos que eu, dizia-me: “Ele faz-nos tanta falta… faziam-nos tanta falta colegas como ele”. Assenti com a cabeça.
Agora digo: Hajam mais Moisés!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Professor, Boa Noite!

Acabado de receber, com o desejo de muitas felicidades.
Será a minha leitura durante as férias.
Revemo-nos em Setembro, onde quer que seja!
Por aqui, será com certeza.

Boas férias àqueles que, tal como eu, estão de partida.
Aos que ficam... continuação de bom trabalho.

Até sempre!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Satisfação Profissional nos Serviços de Saúde Pública: a satisfação na reestruturação da Saúde Pública (1)

Foi no fim de Setembro de 2007 que aqui fiz referência à missão cumprida.
Agora, quase um ano depois, proponho-me a, paulatinamente, dar-vos a conhecer o resultado final. Devo-vos isso!



«(...) pretendeu-se, através da determinação do nível de satisfação profissional dos técnicos de saúde em exercício nos Serviços de Saúde Pública e da importância atribuída às dimensões que a caracterizam, conhecer o nível de satisfação profissional, dos Médicos de Saúde Pública e dos Técnicos de Saúde Ambiental dos Serviços de Saúde Pública de âmbito local, de Portugal Continental e verificar se existiam diferenças estatisticamente significativas no que diz respeito ao nível de satisfação profissional em relação a algumas características sócio-demográficas da população (género, profissão ou carreira, local de trabalho e antiguidade na profissão ou carreira).
Para a recolha de dados, procedeu-se à adaptação de um questionário de avaliação da satisfação profissional, que já havia sido aplicado em centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde e que esteve na génese da escala de satisfação profissional utilizada na Monitorização da Qualidade Organizacional dos Centros de Saúde.»

O número de respondentes ao inquérito por questionário levado a efeito para o estudo, que decorreu entre Maio e Julho de 2006, totalizou 222 sujeitos (Quadro 5 do relatório de investigação, reproduzido em baixo), representando 27,7% da população em análise, de acordo com os dados disponíveis na altura e que se reportavam ao ano de 2005. Recordo que os dados de 2006 já foram entretanto disponibilizados, estando ainda a faltar os de 2007.

«Após a aplicação do teste de ajustamento do Qui-quadrado, determinou-se que em relação à amostra e a cada um dos grupos profissionais que a compõem, não se verificavam diferenças estatisticamente significativas (p>0,05) entre a sua distribuição e a distribuição da população. Nesse sentido podemos afirmar que a amostra é representativa e que os resultados obtidos poderão ser extrapolados para a população em estudo.»

terça-feira, 1 de julho de 2008

Lembrando "o meu botão de Rosa"

Fez ontem três anos que a Rosa murchou.
São frequentes os momentos em que me lembro de ti.
Fico triste. Fico triste porque me fazes falta.

Aquele botãozinho que agora floresce trouxe-me à memória uma frase esbatida...
Hoje é o primeiro dia do resto das nossas vidas...

Há que aproveitá-lo. O de hoje e todos os outros que se lhe seguirão.
Encaremo-lo como se fosse o nosso último dia, vivendo-o intensamente. Desfrutando-o.
Colocando um pouco de nós em tudo aquilo que fazemos.
O Mundo está cheio de coisas más demais para que percamos tempo com elas. Gastemos as nossas energias no que nos dá prazer: na familia, nos amigos...
Rosa, o botãozinho que plantaste no meu coração continua a florescer.

sábado, 7 de junho de 2008

O meu clube: Portugal!

Gosto de futebol e sofro pela Selecção Portuguesa (sócio n.º 31517). Hoje não será excepção.

Portugal dá hoje, ao fim da tarde, o pontapé de saída na sua participação no Euro 2008. Esperemos que seja o início de um longo caminho que nos leve até à final. Se é verdade que o futebol e eventuais vitórias não resolverão os problemas sérios que Portugal, a nível interno, tem que resolver, também é verdade que a cada vitória conseguida, corresponderá um sorriso na face de cada português.


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Nota: Ilustração recolhida no blogue iDi@s
.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Um ano depois...

Este fim-de-semana será especial. Por esse motivo só voltarei no decurso da próxima semana.
E porque dia 1 de Junho será o Dia Mundial da Criança, a todas as crianças, e à criança que há, um pouco, em cada um nós, muitas felicidades.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

A liberdade que o 25 de Abril nos trouxe

Comemora-se amanhã o 25 de Abril de 1974.
Apesar de tudo o que nos possam ensinar, e possamos ler sobre o antigo regime, dificilmente poderemos imaginar como seriam os dias vividos por aqueles que almejavam a liberdade – eu ainda não tinha 2 anos.
Apesar de não ter passado pelas agruras de outrora, tento, entre outros e na medida do possível, passar aos descendentes os valores do amor, da amizade, da família. Os valores da liberdade.
Hoje, ao deixar o descendente mais velho no jardim-de-infância, a educadora e a auxiliar chamaram-me à parte.
"Queremos falar consigo", disseram-me elas. Fiquei preocupado.
"Está a ver o que ali está escrito? Foi o André que disse, e disse-o com tom eloquente", continuaram.
No dia anterior tinham estado a falar sobre o 25 de Abril de 1974. No fim, perguntaram a todas as crianças da sala o que era, para elas, a liberdade. O André levantou-se e disse: "- Liberdade é quando um homem está apaixonado por uma mulher."

Haverá verdade maior que esta? Haverá liberdade mais desejada do que a liberdade de poder amar?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

20000 visitas depois...

Hoje, pouco mais de seis meses após ter instalado o contador de visitas da NeoWORX, atingiram-se as 20000 visitas no "Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.", distribuídas por mais de 75 países. Estamos de parabéns!
A todos aqueles que por aqui passam, uns diariamente, outros de forma esporádica, muito obrigado.
Relembro que se começou enquanto "Bloteigas... o blog do(s) Manteigas" e que Bloteigas nos mantivemos até hoje. Não sei, contudo, se por muito tempo. Perspectiva-se a assunção do "Manteigas".

quarta-feira, 26 de março de 2008

Dia do Pai, dos filhos e dos avós

Venho com uma semana de atraso mas nestas coisas mais vale tarde que nunca.

Este ano, um ano depois das mãos do André, tive direito a um desenho, um quadro com o seu nome "costurado" e beijinhos a dobrar. Uns melados e outros fingidos... afinal a Mariana ainda só sabe encostar a boquinha.

E porque além de pai, também sou filho, o pai Manteigas, que já é avô, também foi brindado. Confesso que fui interesseiro. Ofereci-lhe a indumentária básica para que ele continue a preparar as suas deliciosas refeições: a Açorda d'Alho, as Migas Gatas, a Sopa de Cação, o Ensopado de Borrego e tantas outras como só ele sabe preparar.

Este ano, tal como nos anos anteriores, o Dia do Pai, foi mais um dia especial para o mim, para o meu pai e para os últimos descendentes: o André e a Mariana.
Espero que neste dia, todos os avós, pais e filhos, o tenham passado em conjunto e com especial felicidade. Que essa felicidade contagie todos os restantes dias do ano.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Quando o enfoque da nossa atenção não merece o tempo que lhe dedicamos

Há coisas que a mim me fazem confusão.
Falo da atenção que damos a determinadas coisas e pessoas que, de facto, não merecem o tempo que lhe dedicamos, deixando para trás outras bem mais importantes e prementes.

Se os Técnicos de Saúde Ambiental e o seu desempenho ao nível dos Serviços de Saúde Pública está em causa (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e, por exemplo, aqui), menos mal. Foquemo-nos em algo mais interessante.
Se viermos a ser integrados numa carreira ou a actual ser sujeita a alterações passíveis de não se adequarem à actual realidade dos Técnicos de Saúde Ambiental (aqui, aqui, aqui e, por exemplo, aqui), menos mal. Escrevamos acerca de temas mais actuais.
Se o desempenho em Saúde Ambiental, ainda que reconhecido e valorizado, não for devidamente compensado (aqui, aqui e, por exemplo, aqui), menos mal. Pensemos em algo mais relevante.
Se tivermos algumas dúvidas decorrentes da nossa actividade profissional enquanto Técnicos de Saúde Ambiental ou Técnicos Superiores de Segurança e Higiene do Trabalho (aqui, aqui, aqui e, por exemplo, aqui), menos mal. Falemos de assuntos mais pertinentes.

Nos últimos tempos tenho assistido, de forma "divertida", à atenção que um dos moderadores do Fórum Profissionais de Saúde Ambiental tem tido por parte dalguns pretensos colegas de Saúde Ambiental.
Pessoalmente acho uma coisa de muito mau gosto. Conheço aquele moderador e posso garantir-vos que ele não vale o tempo que alguns lhe estão a dedicar (aqui, aqui, aqui e, por exemplo, aqui). Se há quem já o tenha apelidado de "pidesco" e "salazarista" eu atrever-me-ia a dizer que ele é isso e muito mais. Para quem não sabe e possa imaginar que falo sem conhecimento de causa adianto, desde já, que se uns o conhecem e outros julgam conhecer, eu terei que conviver e viver com ele para sempre.

Sugiro àqueles que se deleitam com esta situação, que não se dêem ao trabalho de perder tempo com aquele senhor porque, tal como já referi, o sujeito não merece a vossa atenção e dúvido que valorize os vossos comentários. Em alternativa proponho que reflictam sobre os assuntos prementes, analizando-os de forma crítica, partilhando ideias e opiniões, receios e ambições, dúvidas e incertezas, de forma séria e assertiva, sem comentários jocosos e piadas gratuitas.

É só uma sugestão!

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O meu dia de São Valentim

Hoje foi o dia de São Valentim. O Dia dos Namorados.
A minha prendinha foi boa... muito boa.

Dia 26 de Junho lá estarei, no Pavilhão Atlântico, para ouvir Jack Johnson.

Ouvi-lo faz-me sentir, de novo, adolescente.
Recorda-me aqueles Invernos em que, ainda antes das oito horas da manhã, na praia de Carcavelos, já sentia o sabor da água salgada e acabava a manhã a tomar um cacau quente para recuperar energias.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Feliz aniversário, Cebolinha

Está, por estes dias, a fazer seis anos que o Cebolinha apareceu pela primeira vez.
Nessa altura não tinha as pinturas necessárias para caracterização do palhaço que frequentemente se deslocava aos jardins-de-infância e às escolas do primeiro ciclo para dinamizar acções de educação para a saúde e ambiente.
Porque os estúdios e os serviços administrativos da NBP estavam - e ainda estão - sediados numa das freguesias da zona de intervenção do Centro de Saúde onde trabalho como Técnico de Saúde Ambiental, ao início socorria-me deles para que me pintassem a cara e disfarçassem o "palhaço" que sou todos os outros dias.
A primeira vez que aconteceu, cheguei aos estúdios onde se estavam a gravar as cenas interiores do "Anjo Selvagem", em Bucelas, ainda antes das sete da manhã. Pediram-me que assim fosse para que me caracterizassem antes da chegada dos actores. No fim, e para mais tarde recordar, tiraram-me uma fotografia com uma Polaroid. Esta fotografia que agora vos mostro.
No percurso de quase vinte quilómetros que tive que fazer até ao Centro de Saúde, onde me vesti, e dos outros, quase cinco, que fiz já vestido, até ao jardim-de-infância, diverti-me e diverti muitos dos que comigo se cruzaram.

Feliz Aniversário, Cebolinha.

Posts relaccionados

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Feliz Ano do Rato

E pronto, eis que um novo ano chegou.
Desta vez é o ano do Rato... o meu ano.
Feliz Ano Novo Chinês.

«O ano do rato é um ano de abundância, trazendo a oportunidade e bons projectos. Será marcado pelo especulação e pela flutuação nos preços dos produtos e do mercado mantido em stock; a economia do mundo em geral crescerá. O negócio estará no auge, podem ser feitas fortunas e será uma fácil fazer planos de investimento a longo prazo porque a pechincha que o ano do rato traz servirá para os anos de quebra que podem seguir. Todos os riscos iniciados neste tempo serão bem sucedidos se as pessoas se prepararem bem. Entretanto, evite correr riscos desnecessários: o ano do rato é governado ainda pelo frio do Inverno e pela escuridão da noite. Aqueles que especularem indiscriminadamente e extravazarem virão a ter uma triste conta.Ao todo, este será um ano mais feliz do que a maioria: livre dos eventos e das guerras explosivas e com muito menos catástrofes do que por exemplo os anos do tigre ou do dragão.Uma época genial que encontra na maioria de nós o que socializamos e o que apreciamos. »
No que diz respeito à personalidade, "as pessoas do rato são estudiosas. Têm muita ambição mas revelam integridade são de uma persistência inacreditável, e as suas vidas são muito governadas por emoções. São caracterizados frequentemente pelo encanto, pelo sociabilidade por muita delicadeza."

Os ratos de 1972, são os Ratos Água.
«Este tipo do rato está mais virado para o pensamento. O seu interior é excelente e tem um bom relacionamento com toda os níveis de pessoas. Ele será respeitado e facilmente promoverá os seus talentos porque é uma pessoa sensata e compreensiva por natureza. Ele é tradicional e conservador prefere nadar pela corrente do que nadar contra. No entanto isso não o impede de ser calculista. Uma pessoa com estas características poderá exercer influência em certas áreas importantes. Ele sabe reconhecer os gostos e do que os outros menos gostam e utiliza esse conhecimento para lhes agradar e tirar partido disso. No entanto, não é selectivo e tende a falar com toda a gente, o que lhe pode vir a trazer embaraços. Com aptidão para a escrita, facilmente coloca as suas ideias no papel, este rato terá necessidade de estudar até ao fim, tendo sempre a vontade de aprender mais.»
O Ano do Rato para os ratos, "é um ano próspero para o nativo do Rato. Poderá ser promovido ou atingir o auge da carreira. No campo da saúde não se terá que preocupar. Poderá esperar ganhos monetários e atingir vários objectivos."
Esperemos que não haja equívocos!!

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Sinto-me a crescer...

Nasci... sinto-me vivo.
Aprendo... sinto-me a crescer.
Meus sentidos devoram sensações.
Meus olhos brilham, olhando.
Minhas mãos estremecem, sentindo.
Meu nariz delira, cheirando.
Meus ouvidos tilintam, ouvindo.
Minha boca...
Minha boca devora os sabores da vida,
Tal criancinha sedenta de saberes...
Sinto-me a crescer,
Tal sonho celestial...
Quero dormir para voltar a sonhar.
Quero dormir e não mais acordar.
Sinto-me a crescer...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Reestruturação da Saúde, a quanto obrigas

Ontem, depois de quase duas semanas ausente, ao sentar-me à secretária reparei num envelope com o meu nome. Abrio-o...
Lá dentro podia-se ler, em tom de despedida, Ad Amicos de Antero de Quental.

Em vão lutamos. Como névoa baça
A incerteza das coisas nos envolve.
Nossa alma, em quanto cria, em quanto volve,
Nas suas próprias redes se embaraça.

O pensamento, que mil planos traça,
É vapor que se esvai e se dissolve;
E a vontade ambiciosa, que resolve,
Como onda entre rochedos se espedaça.

Filhos do Amor, nossa alma é como um hino
À luz, à liberdade, ao bem fecundo,
Prece e clamor dum pressentir divino;

Mas num deserto só, árido e fundo,
Ecoam nossas vozes, que o Destino
Paira mudo e impassível sobre o Mundo.

Aquela "despedida" terminava apelando-se à manutenção dos valores que enquanto profissionais de saúde, haviamos defendido em conjunto, ao longo dos mais de dez anos de exercício em conjunto: responsabilidade pessoal e profissional; partilha interdisciplinar; trabalho em equipa; humanização na prestação; comunicação inter-profissional e respeito mútuos.

Porque a reestruturação da saúde a isso obriga, uns chegam e outros terão que partir.
Agora que a gestão do Agrupamento dos Centros de Saúde vem aí, quem estava já não está, mas os valores permanecem, as amizades subsistem e as saudades perduram.

Para que conste, gostei de trabalhar consigo.
Um beijo!