Saúde Ambiental. Salud Ambiental. Environmental Health. Santé Environnementale.
Para que se saiba mais sobre Saúde Ambiental, Saúde Pública, Segurança Alimentar, Segurança e Higiene do Trabalho, Educação Ambiental. Para que se saiba mais sobre nós, Técnicos de Saúde Ambiental.
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Especialização em Qualidade do Ar Interior

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) vai realizar um Curso de Especialização em Qualidade do Ar Interior (QAI), que tem como finalidade o desenvolvimento de competências quanto às temáticas necessárias que permitam a caracterização, avaliação e, caso seja necessário, promover a melhoria da QAI.
Este curso de especialização tem como objectivos gerais e específicos: interpretar e aplicar os requisitos legais, técnicos e científicos inerentes à QAI; caracterizar a QAI, identificar anomalias e propor acções de melhoria; e realizar auditorias no âmbito da QAI.
Destinatários
Licenciados ou bacharéis que desempenhem funções no âmbito da QAI ou que estejam interessados em desenvolver actividades na temática de QAI.
Duração e Horário
153 horas (12 ECTS)
De 5 de Março a 27 de Junho de 2009
3.ª e 5.ª feiras, das 18h30 às 21h30
Sábados, das 10 às 17 horas

Para mais informações visitem a página da ESTeSL dedicada a este assunto, onde poderão, por exemplo, aceder ao folheto do curso assim como à respectiva ficha de inscrição.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Avaliação de Riscos: um passo para o controlo

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra irá realizar um Seminário integrado na Campanha Europeia sobre “Avaliação de Riscos - Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis”, no dia 25 de Novembro de 2009.

Este Seminário servirá também para o arranque do Curso de Pós-Graduação em Segurança e Higiene do Trabalho levado a efeito pela área cientifica de Saúde Ambiental (estão a decorrer ainda as candidaturas a esta Pós-Graduação) e terá o patrocínio da Autoridade das Condições de Trabalho (ACT).

A Avaliação de Riscos é o processo de avaliação dos riscos para a segurança e saúde resultantes de perigos no local de trabalho.
Constitui-se, portanto, numa análise cuidada e sistemática de todos os aspectos do trabalho, no intuito de identificar aquilo que é susceptível de causar lesões ou danos, se os perigos podem ser eliminados e, quando tal não é possível, quais as medidas de prevenção ou protecção que existem, ou deveriam existir, para os controlar.

A Avaliação de Riscos é uma actividade continuada e não, como é considerada frequentemente, uma acção que se executa uma única vez, sem qualquer acompanhamento posterior. Os processos desenvolvidos devem levar à decisão sobre as medidas de controlo dos riscos, a implementar nos locais de trabalho, tendo em atenção os princípios gerais de prevenção e critérios de eficiência organizacional.

A Avaliação de Riscos é pois um pressuposto da responsabilidade social das organizações.

Este evento é dirigido a todos os profissionais e estudantes com interesse nas áreas da Saúde Pública, Saúde Ocupacional, Segurança e Higiene no Trabalho.

Caso esteja interessada(o) deverá fazer a sua inscrição no sítio do seminário, na internet.

O seminário é gratuito e o número de lugares limitado à capacidade do auditório, pelo que, caso seja do vosso interesse, façam a vossa inscrição o quanto antes. As inscrições só serão válidas depois de confirmadas, sendo consideradas por ordem de recepção.

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Nota: informação recebida do colega Hérder Simões, por mensagem de correio electrónico.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A Saúde Ambiental nos Açores, via Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

«Cerca de oito dezenas de técnicos de diagnóstico e terapêutica das áreas de análises clínicas e saúde pública, radiologia, cardiopneumologia, saúde ambiental e farmácia da Região vão ter acesso uma licenciatura bietápica depois de concluírem um curso de um ano que será ministrado na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.
O protocolo para a realização dos cursos destinados aos técnicos de saúde com o grau académico de bacharel foi assinado ontem, em Angra do Heroísmo, pela secretaria regional dos Assuntos Sociais, Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo e Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.
Falando na cerimónia de assinatura do protocolo, o secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, referiu que a parceria estabelecida com as duas instituições de ensino superior "vai-se traduzir em benefícios para o Serviço Regional de Saúde que queremos cada vez mais eficaz, mais eficiente, mais presente e mais próximo do cidadão".
Domingos Cunha destacou a "comunhão de interesses" que existe entre o Governo Regional e a Universidade dos Açores na formação na área da saúde.
Referiu que a iniciativa está integrada "num projecto formativo coerente, científica e pedagogicamente acreditado e eficiente, que vai no sentido da valorização e aperfeiçoamento profissional" dos recursos humanos da saúde.
De acordo com Domingos Cunha, a realização dos cursos vem na sequência do investimento na bolsa de estudo, criada pelo Governo dos Açores, com vista a apoiar financeiramente estes profissionais.
O Governo Regional atribui todos os anos bolsas aos estudantes dos curso dos técnicos de diagnóstico e terapêutica e aos profissionais de saúde que se candidatem às licenciaturas bietápicas.

LICENCIATURAS
A Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo está a efectuar um curso de licenciatura bietápica para 26 técnicos de fisioterapia que termina em Fevereiro do próximo ano e promoveu, até 2007, seis cursos semelhantes com a duração de um ano para cerca de três dezenas de enfermeiros da Região.
Por seu turno, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa dispõe de 12 cursos de licenciatura em diversas áreas técnicas da saúde, frequentados por cerca de 1.900 alunos e já celebrou acordo de cooperação com cerca de 70 instituições de ensino superior da União Europeia de países africanos de expressão portuguesa.»

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Fonte: Diário Insular (edição de 19 de Setembro de 2008).

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Satisfação Profissional nos Serviços de Saúde Pública: a satisfação na reestruturação da Saúde Pública (1)

Foi no fim de Setembro de 2007 que aqui fiz referência à missão cumprida.
Agora, quase um ano depois, proponho-me a, paulatinamente, dar-vos a conhecer o resultado final. Devo-vos isso!



«(...) pretendeu-se, através da determinação do nível de satisfação profissional dos técnicos de saúde em exercício nos Serviços de Saúde Pública e da importância atribuída às dimensões que a caracterizam, conhecer o nível de satisfação profissional, dos Médicos de Saúde Pública e dos Técnicos de Saúde Ambiental dos Serviços de Saúde Pública de âmbito local, de Portugal Continental e verificar se existiam diferenças estatisticamente significativas no que diz respeito ao nível de satisfação profissional em relação a algumas características sócio-demográficas da população (género, profissão ou carreira, local de trabalho e antiguidade na profissão ou carreira).
Para a recolha de dados, procedeu-se à adaptação de um questionário de avaliação da satisfação profissional, que já havia sido aplicado em centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde e que esteve na génese da escala de satisfação profissional utilizada na Monitorização da Qualidade Organizacional dos Centros de Saúde.»

O número de respondentes ao inquérito por questionário levado a efeito para o estudo, que decorreu entre Maio e Julho de 2006, totalizou 222 sujeitos (Quadro 5 do relatório de investigação, reproduzido em baixo), representando 27,7% da população em análise, de acordo com os dados disponíveis na altura e que se reportavam ao ano de 2005. Recordo que os dados de 2006 já foram entretanto disponibilizados, estando ainda a faltar os de 2007.

«Após a aplicação do teste de ajustamento do Qui-quadrado, determinou-se que em relação à amostra e a cada um dos grupos profissionais que a compõem, não se verificavam diferenças estatisticamente significativas (p>0,05) entre a sua distribuição e a distribuição da população. Nesse sentido podemos afirmar que a amostra é representativa e que os resultados obtidos poderão ser extrapolados para a população em estudo.»

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Pós-Graduação em Segurança e Higiene do Trabalho na ESTeSL

Estão abertas, até ao dia 5 de Setembro de 2008, as inscrições para a Pós-Graduação em Segurança e Higiene do Trabalho que terá lugar na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa e cuja coordenação do curso é da responsabilidade da Área Científica de Saúde Ambiental e que apresenta como objectivos, formar profissionais com competências nas áreas de:
  • Coordenação e controlo das actividades de prevenção e de protecção contra riscos profissionais;
  • Avaliação de riscos profissionais;
  • Programação e implementação de medidas preventivas e/ou correctivas; e
  • Realização de auditorias de segurança e higiene no trabalho.
Este é um curso homologado pela Autoridade para as Condições de Trabalho e, uma das coisas interessantes é o facto de contemplar seminários de: Segurança na Construção Civil [15h]; Controlo da Infecção Hospitalar [9h]; Gestão do Risco de LMELT na Perspectiva Ergonómica [12h]; Riscos Industriais Graves [9h]; Socorrismo [30h]; Implementação de Projectos [9h].
Além dos seminários, os frequentadores do curso de pós-graduação terão ainda um módulo de Implementação e Auditorias a Sistemas.
À frequência, tanto do módulo de Implementação e Auditorias a Sistemas como do seminário de Socorrismo, confere a atribuição de um certificado de formação.

Para acederem a mais informações, nomeadamente as relativas às propinas, ao plano de estudos e à duração e horário, por exemplo, cliquem aqui ou na imagem.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Cursos Superiores de Saúde Ambiental: mudança de paradigma

No ano de 1995, com a publicação do Decreto-lei n.º 117/95 de 30 de Maio, evidenciou-se a necessidade de pessoal mais qualificado na área da Saúde Ambiental, face aos desenvolvimentos que se registavam na altura.

Hoje, esta já não é a situação presente.
A saúde tem estado, desde há algum tempo a esta parte, em profunda reestruturação e a Saúde Ambiental ao nível dos Serviços de Saúde Pública não é excepção.
A última vez que me recordo de haver admissões, para lugares de quadro, de Técnicos de Saúde Ambiental já foi há alguns anos.

Actualmente, e tanto quanto julgo saber, a área da Segurança e Higiene do Trabalho tem sido o nicho de mercado de trabalho por excelência para os recém licenciados. As competências adquiridas nesta área, ao longo dos anos de formação, têm sido uma mais valia, garantindo, dessa forma, o seu ingresso no mercado de trabalho.
É por isso que já há quem se questione se actualmente as escolas onde o curso de Saúde Ambiental é leccionado, promovem a formação de Técnicos de Saúde Ambiental ou de Técnicos Superiores de Segurança e Higiene do Trabalho. Esta é, também, uma dúvida que eu tenho.

Apesar de conhecer a designação das unidades curriculares dos vários cursos de Saúde Ambiental (Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, Instituto Piaget e Escola Superior de Saúde de Beja) confesso que desconheço os seus conteúdos. Por isso admito que sejam condicentes – na íntegra, parcialmente, ou em nada – com os conteúdos abordados nos cursos que conferem a certificação de aptidão profissional de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho – Nível V, a saber:

  • Estatística e fiabilidade;
  • Legislação, regulamentos e normas de segurança, higiene e saúde do trabalho;
  • Gestão das organizações;
  • Gestão da prevenção;
  • Avaliação de riscos profissionais;
  • Controlo de riscos profissionais;
  • Organização da emergência;
  • Higiene do trabalho;
  • Segurança do trabalho;
  • Ergonomia;
  • Psicossociologia do trabalho;
  • Técnicas de informação, de comunicação e de negociação;
  • Concepção e gestão da formação.

Esta é uma confirmação, ou infirmação, que só o corpo docente e os discentes poderão fazer, mas é uma dúvida que deixo no ar e que seria de esclarecer.
Até ao momento, com base na nossa formação de base em Saúde Ambiental, tem-nos sido dada a certificação de aptidão profissional de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho, deduzo que por cumprirmos o requisito definido na alínea a) do número 1 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 110/2000 de 30 de Junho (Licenciatura em curso que se situe na área da Segurança e Higiene do Trabalho reconhecido pelo Ministério da Ciência e do Ensino Superior e homologado pela entidade certificadora para efeito de atribuição do certificado de aptidão profissional). Em relação a esta questão, espero que não haja qualquer equívoco.
Mas tantas dúvidas, tantas incertezas, teriam uma saída condigna, face à adequação dos cursos ao Processo de Bolonha.

Sempre fui apologista de um primeiro ciclo de estudos (conducente ao grau de licenciado) de três anos, seguido de um segundo ciclo de estudos que conferiria o grau de mestre e que se reportaria a uma especialização numa das várias áreas onde podemos desenvolver a nossa actividade.
Se no primeiro caso seríamos Técnicos de Saúde Ambiental, já no segundo, optando por um mestrado em Segurança e Higiene do Trabalho, com os conteúdos claramente adequados para efeitos de certificação de aptidão profissional de Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho, poderíamos vir a sê-lo e todas as dúvidas que me têm assolado, deixariam de fazer sentido. Obviamente que isto não inviabiliza um primeiro ciclo de estudos de quatro anos.

Para mais (algumas) informações:

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Nota: texto elaborado na sequência de um pedido formulado por um grupo de alunas do 1.º ano do Curso de Saúde Ambiental da
Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Ilustração recolhida no blogue de Helio Jampa.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Doenças Emergentes em Micologia

Irá realizar-se no próximo dia 31 de Maio, das 9 às 19 horas, no anfiteatro da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) o Seminário "Doenças Emergentes em Micologia", integrado no curso de "Micologia Clínica e Ambiental" e onde serão abordados os seguintes temas:
  • Introdução às Doenças Emergentes por Fungos;
  • Biologia dos fungos e resposta imune a fungos agentes de Micoses Emergentes;
  • Clínica das principais Doenças Emergentes por Fungos;
  • Diagnóstico Laboratorial das Micoses Emergentes.

Para aceder ao programa do seminário e saber como proceder à respectiva inscrição clique aqui ou na imagem.

terça-feira, 20 de maio de 2008

As estagiárias vão à praia...

«Eram 8h00 e já se fazia sentir a ansiedade que antecede uma nova experiência… era a nossa primeira colheita de águas balneares!
Aconteceu-nos de tudo um pouco, desde frascos que teimavam em fugir, ondas que nos queriam derrubar, roupas que atrapalham, massagens naturais aos pés proporcionadas por mexilhões e conchas e terapia de algas…

Assim, constatámos que…
… a teoria nem sempre coincide com a prática, sendo fundamental para nós, como futuras Técnicas de Saúde Ambiental, experenciar todas estas actividades.
Desta forma, agradecemos às nossas monitoras, Ana Teresa Oliveira e Helena Patrício, por nos proporcionarem esta actividade durante o nosso Estágio de Aprendizagem.
Um especial agradecimento ao Técnico de Saúde Ambiental Vítor Manteigas, por nos ter acompanhado e por ter paciência para todas as nossas dúvidas, inexperiência e por ser um óptimo fotógrafo e à Técnica de Saúde Ambiental Ana Rita Santos, pertencente ao Centro de Saúde de Mafra, que nos demonstrou e transmitiu detalhadamente como se procede a uma colheita de águas balneares.
Por fim, deixamos aqui o conselho para os futuros técnicos, como nós, a viver experiências como estas…»

Ana Raquel Mendes, Carla Nunes, Cátia Machacaz, Vânia Gregório.
3ºano,
Saúde Ambiental, ESTeSL

Na fotografia, da esquerda para a direita, Cátia Machacaz, Carla Nunes, Rita Santos, Ana Raquel Mendes, Vânia Gregório e Vítor Manteigas

No ano passado foi assim…

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Mestrados em Saúde Pública nos Estados Unidos da América

Uma notícia de hoje adianta que vai ser assinado amanhã, dia 20 de Maio de 2008, um protocolo entre a Fullbright Portugal e a Sanofi com o objectivo de criar a Bolsa Fullbright para mestrados em Saúde Pública.
Pretende-se assim, possibilitar a estudantes ou investigadores nacionais a realização de mestrados na área da Saúde Pública, em universidades e centros de investigação dos Estados Unidos da América.
Mantenham-se atentos!

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Fonte: Jornal
Notícias da Manhã.

quinta-feira, 13 de março de 2008

MBA Plus Lisboa 2008 - Feira dos MBA’s, Mestrados, Doutoramentos, Pós-Graduações e Formação para Executivos

Vai decorrer, em 15 e 16 de Março de 2008 na Gare Marítima de Alcântara em Lisboa, pela primeira vez em Portugal a MBA Plus Lisboa 2008 - Feira dos MBA’s, Mestrados, Doutoramentos, Pós-Graduações e Formação para Executivos.
Pretende-se assim, divulgar o que existe de melhor em MBA’s, Mestrados, Doutoramentos, Pós-Graduações e Formação para Executivos em Portugal e no Mundo.
Este evento possibilitará que os potenciais candidatos conheçam pessoalmente os responsáveis de admissões de modo a obter uma ampla variedade de informação sobre o conteúdo dos programas, os custos e a duração, bem como as possibilidades de ajuda financeira e projecção profissional.
Quem passar por lá poderá encontrar, por exemplo, as seguintes instituições de ensino:
American School of Languages;
Associação para a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica (AESBUC);
Escola de Direcção e Negócios (AESE);
Escola de Gestão Empresarial (EGE);
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE);
Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa (UCP);
Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa;
Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ);
Instituto Politécnico de Leiria (IPL);
Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM);
Instituto Superior das Novas Profissões (INP);
Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa (UTL);
Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC);
Instituto Superior de Línguas e Administração (ISLA);
ISCTE Business Scholl do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE);
ISG Escola de Gestão;
Universidade Aberta (UA);
Universidade Autónoma de Lisboa (UAL);
Universidade da Beira Interior (UBI);
Universidade de Aveiro (UA);
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias;
Universidade Portucalense (UPT);

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Micologia Clínica e Ambiental

Micologia Clínica e Ambiental (hiperligação para o folheto) é o nome do curso que a Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa está a organizar com a colaboração da bioMérieux.
O início da formação será a 1 de Abril e a finalização a 29 de Maio. terá a duração de 60 horas, a que corresponderá a atribuição de 4 ECTS.
As sessões decorrerão às terças e quintas-feiras, das 17 às 20 horas, com dois seminários previstos a ocorrer nos sábados de 24 e 31 de Maio, na Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa.
Inscrições até 28 de Março de 2008.

PROGRAMA
Micologia Clínica
- Fungos leveduriformes micoses mucocutâneas.
- Testes de detecção de anticorpos/antigénios de agentes fúngicos
- Dermatófitos e dermatofítias
- Fungos associados a infecções respiratórias e sistémicas.
- Micoses subcutâneas.
- Colheitas biológicas.
Micologia Ambiental
- Contaminação fúngica das areias balneares, do ar interior, da água e das superfícies.
Seminário
- Doenças Emergentes em Micologia.

Segurança, Saúde e Ambiente no Trabalho da Construção Civil

A formação, com início previsto para 26 de Março e fim a 4 de Junho, terá a duração de 90 horas, a que corresponderá a atribuição de 7 ECTS.
As sessões decorrerão às quartas e sextas-feiras, das 19 às 22 horas e aos sábados, das 10 às 13 horas, na Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa.
Inscrições até 20 de Março de 2008.


PROGRAMA
Métodos e Processos Construtivos
- Obras de Engenharia (ferrovias; obras portuárias; Rodovias; obras de arte).
- Obras de Geotecnia (fundações especiais vários métodos).
- Obras de Construção Civil Edifícios).

Sistemas de Protecção Colectiva e Individual aplicáveis à Construção Cívil
- Queda em Altura.
- Soterramentos.
- Electrocussão.
- Máquinas e Equipamentos de Trabalho.
- Montagem de Estaleiros de Apoio.
- Espaços Confinados.
- Ambientes explosivos.
- Materiais com Riscos Especiais.
- Elevação e Movimentação de Cargas.
- Riscos Especiais.
- Gestão da Formação em Obra.

Gestão Ambiental na Construção Cívil e Conceitos Aplicáveis à Gestão da Qualidade em Obra
- Programas de Gestão Ambiental.
- Emergências Ambientais.
- Gestão de Resíduos de Construção Cívil.
- SIRER.
- Gestão da Qualidade em Obra.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A Saúde Ambiental em estágio

Foi no post intitulado "A Saúde Ambiental na Saúde Pública" que vos dei a conhecer como se iniciam os estágios dos alunos do 3.º ano de Saúde Ambiental da ESTeSL que passam pelo Serviço de Saúde Pública onde, desde há 10 anos, tenho vindo a desempenhar funções.

Nessa ocasião fiz referência ao trabalho em sala "onde fazemos um enquadramento teórico daquilo que é a Saúde Pública, a sua evolução histórica (em Portugal), dando enfoque ao papel fundamental que os Drs. Arnaldo Sampaio e Gonçalves Ferreira tiveram naquilo que hoje conhecemos como sendo a Saúde Pública ao nível dos Cuidados de Saúde Primários e apresentando um modelo esquemático da estrutura organizacional dos serviços (...)."

Mencionam-se as "atribuições dos Serviços de Saúde Pública de âmbito local e caracteriza-se o Centro de Saúde e a sua área geográfica de intervenção (freguesias de Forte da Casa, Póvoa de Santa Iria e Vialonga). É feita uma abordagem daquelas que são (ainda) as competências da Autoridade de Saúde e termina-se aludindo a algumas actividades desenvolvidas, reforçando o papel do Técnico de Saúde Ambiental nos serviços."

Agora, que já tornei a apresentação "mais leve", deixo-a aqui para que a possam visualizar, comentar, e eventualmente aproveitar alguns diapositivos ou ideias, em actividades que venham a desenvolver.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

A Saúde Ambiental na Saúde Pública

É no segundo semestre do 3.º ano do Curso de Saúde Ambiental que tem lugar o Estágio de Aprendizagem II.

Nós por cá, no Serviço de Saúde Pública do Centro de Saúde da Póvoa de Santa Iria (concelho de Vila Franca de Xira), desde há alguns anos, temos recebido estagiários da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, depois de no fim da século passado também por aqui terem passado alunos do Instituto Superior de Educação e Ciências.

Regra geral, ainda antes do “arregaçar de mangas”, passamos um ou dois dias em sala, com os estagiários, onde fazemos um enquadramento teórico daquilo que é a Saúde Pública, a sua evolução histórica (em Portugal), dando enfoque ao papel fundamental que os Drs. Arnaldo Sampaio e Gonçalves Ferreira tiveram naquilo que hoje conhecemos como sendo a Saúde Pública ao nível dos Cuidados de Saúde Primários e apresentando um modelo esquemático da estrutura organizacional dos serviços (até à reestruturação dos serviços – este ano teremos que reformular a apresentação).

Faz-se referência às atribuições dos Serviços de Saúde Pública de âmbito local e caracteriza-se o Centro de Saúde e a sua área geográfica de intervenção (freguesias de Forte da Casa, Póvoa de Santa Iria e Vialonga). É feita uma abordagem daquelas que são (ainda) as competências da Autoridade de Saúde e termina-se aludindo a algumas actividades desenvolvidas, reforçando o papel do Técnico de Saúde Ambiental nos serviços.

Depois... bem, depois metemo-nos ao caminho para que os estagiários possam conhecer, efectivamente, aquele que será o seu “campo de batalha”.
Visitamos as três freguesias, percorrendo caminhos, muitos deles que jamais serão trilhados no decurso do estágio, mas que lhes permite terem a percepção do manancial de oportunidades que terão, para desenvolver um estágio de qualidade (marketing puro e duro).

Esta é uma metodologia inicial de trabalho, utilizada também no internato geral de medicina (ano comum), que não é diferente, melhor ou pior. É a nossa e tem dado frutos.

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Fotografia: uma das vistas possiveis na freguesia de Vialonga.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Mestrado em Saúde Pública: missão cumprida

Hoje foi um dia especial.
Hoje foi o culminar de três anos árduos que implicaram abdicar de muitas coisas.

Foi hoje a discussão/defesa da minha dissertação do curso de mestrado em Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade Nova de Lisboa, com o título Satisfação Profissional nos Serviços de Saúde Pública: a satisfação na reestruturação da Saúde Pública.
A aventura começou em Setembro de 2004 com a parte curricular e terminou exactamente três anos depois perante um júri constituido pelo Doutor Carlos Silva Santos, Professor Auxiliar convidado da ENSP, que presidiu, tendo como vogais a Doutora Maria Filomena Mendes Gaspar, Presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Enfermagem de Maria Fernanda Resende, na qualidade de arguente e o Doutor Luís Graça, Professor Auxiliar da ENSP, na qualidade de orientador.

Está feito!...
Ainda há quem me questione para que serve este (ou qualquer outro) mestrado para um Técnico de Saúde Ambiental (TSA) . Pois... actualmente diria que antes de servir para qualquer outra coisa, faz bem ao ego.

E porque a dissertação não se fez sozinha e houve mais "mãos" além das minhas, que deram um empurrãozinho para que este objectivo fosse alcançado, queria aqui agradecer àqueles TSA que de uma forma ou de outra, me ajudaram nesta labuta. Eles foram:
  • Ana Ferreia, coordenadora do Curso Superior de Saúde Ambiental da ESTeSC;
  • Ana Teresa Oliveira, colega do Centro de Saúde da Póvoa de Santa Iria;
  • Alexandra Monteiro e Dália Pinheiro do então CRSP do Algarve;
  • Duarte d'Oliveira, colega do Centro de Saúde de Salvaterra de Magos;
  • Olga Monteiro, colega do Serviço Concelhio de Saúde Pública do Porto; e
  • Sílvia Silva, colega do Centro de Saúde de Esposende.
Agradeço ainda à Gabriela Rodrigues, Engenheira do Ambiente do então Centro Regional de Saúde Pública do Norte e, obviamente, a todos aqueles que possibilitaram a prossecução deste estudo ao participarem na qualidade de sujeitos da amostra, tenham sido eles TSA ou Médicos de Saúde Pública.

Por último, mas não menos relevante, um agradecimento a todos os Delegados Regionais de Saúde e respectivos Adjuntos, que assumiram este projecto como sendo também deles, em especial aos da região Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. A todos os outros, aqueles que de alguma forma o tentaram inviabilizar, recusando-se a participar no estudo, ou "inquinando" a distribuição do instrumento de recolha de dados, o meu obrigado na mesma. Afinal, se tudo fossem rosas, se não houvesse resistência, para quê continuar a lutar??

terça-feira, 31 de julho de 2007

Pós-Graduação em Riscos e Saúde Ambiental

Com início previsto para 28 de Setembro de 2007, a Pós-Graduação em Riscos e Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal) do Instituto Politécnico de Setúbal tem como objectivos: promover o desenvolvimento de competências que permitam identificar, caracterizar e quantificar factores de risco para a saúde originados no ambiente, com vista à formulação de planos e estratégias bem como a sua aplicação prática no sentido de prevenir e promover a saúde realizando acções de controlo e vigilância sanitária de sistemas, estruturas e actividades com interacção no ambiente.

Para mais informações clique aqui.

Nota: A conclusão da Pós-Graduação confere equivalência a 6 disciplinas (Ecotoxicologia, Tecnologias de Tratamento de Água e Efluentes, Gestão da Qualidade do Ar, Tecnologias de Valorização de Resíduos e Sub-Produtos, Opção I e Opção ll) do Mestrado em Engenharia do Ambiente (A ESTSetúbal aguarda aprovação do Ministério da Ciência e do Ensino Superior).

sábado, 28 de julho de 2007

So you think you know what Environmental Health is all about?

Aparentemente, no Reino Unido, os profissionais de Saúde Ambiental carecem de uma apresentação "formal", com explicação daquela que é a sua formação, para que não se confundam desempenhos (tal como já aconteceu recentemente em Portugal).
Assim se promove a formação em Saúde Ambiental por aqueles lados.

Prepare to be surprised…

Environmental Health. For many people, these two words conjure up an unappealing range of activities including catching rats, unblocking drains, even clearing up dog's mess in the park. Stop right there, put aside your preconceptions: this is a graduate career with a range of excellent job opportunities.

De seguinda começam a explicar...

First, a reality check. Environmental Health Officers (EHOs) are highly qualified professionals who don't actually carry out any of the tasks listed above. They do work which, as well as being varied and challenging, makes a real difference to people's everyday lives. Doctors and nurses treat illnesses when they occur; EHOs carry out preventative and protective work to stop people getting ill in the first place. Their role may not be as visible, but it's just as important to our national wellbeing.

Sugerem ainda alguns cursos alternativos, nomeadamente:

Vejam a restante informação aqui.

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Informação obtida no sítio da Careers Advice & Job Vacancies at Courses and Careers UK.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Tecnico Superior en Salud Ambiental

É incrivel a quantidade de cursos de "Tecnico Superior en Salud Ambiental" que se encontram em Espanha. Mais incrivel, ou talvez não, é que os há para todos os gostos: presenciais ou online.

Só a título de exmplo:
CESUR - Centro Superior de Formacion Europa Sur (presencial, mas também com versão online aqui).

Aparentemente são cursos pós-graduados.

Segundo o que me tenho apercebido, as coisas junto de nuestros hermanos também não estão fáceis, ainda que por razões diferentes das nossas. Espero ter em breve, notícias de España.